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Covid aumenta o risco de demência até dois anos após infeção

Investigadores afirmam que pessoas infetadas pelo vírus têm um risco elevado de vir a sofrer de doenças neurológicas e mentais.

Covid aumenta o risco de demência até dois anos após infeção
Notícias ao Minuto

10:05 - 18/08/22 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Covid-19

Os efeitos da Covid-19 continuam a ser investigados e a mais recente descoberta chega da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Investigadores afirmam que pessoas infetadas pelo vírus têm um risco elevado de vir a sofrer de problemas relacionados com a saúde mental e condições neurológicas, até dois anos após a infeção. 

Para o estudo, publicado na revista científica Lancet Psychiatry, foram analisados os dados médicos de cerca de 1,3 milhões de pessoas, diagnosticadas com Covid, durante um período de dois anos. Este é o primeiro estudo a analisar, em grande escala e a longo prazo, a relação entre o vírus e as condições que afetam o cérebro.

Com estes dados foi possível perceber que estas pessoas estão mais em risco de vir a desenvolver demência, convulsões ou epilepsia, assim como distúrbios psicóticos como esquizofrenia, em comparação com pessoas que sofreram de outras infeções respiratórias.

Leia Também: Covid-19: Instrumentos de sopro não espalham mais o vírus do que falar

Além disto, também foi possível concluir que, entre adultos, as probabilidades de vir a sofrer de depressão ou ansiedade, após a infeção, no entanto, não é são, no geral, condições permanentes e acabam por desaparecer em poucos meses. 

Já as crianças estão mais em risco de virem a ser diagnosticadas com algumas condições como distúrbios psicóticos, após a Covid-19. Os investigadores acrescentam ainda, segundo a revista Forbes, que os mais novos também estão "notavelmente em risco de epilepsia ou convulsões".

Os investigadores chegaram ainda à conclusão que após o aparecimento da variante Delta o risco de ansiedade, insónias, convulsões também aumentou, nos seis meses após o teste positivo. O mesmo aconteceu com o risco de demência que, antes desta variante, era menor em 40%. Já durante a Ómicron, diz a Forbes, as probabilidades, de se vir a sofrer destes problemas, continuaram elevadas. 

Leia Também: Covid-19. Muitos infetados com a Ómicron não sabiam que estavam doentes

[Notícia atualizada às 12h20 de 18/08]

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