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Aduhelm é o novo medicamento a ser aprovado contra Alzheimer em 18 anos

A agência reguladora Food and Drug Administration (FDA) aprovou um novo fármaco para o tratamento de doentes que sofrem de Alzheimer, aquele que é o tipo mais comum de demência. O Aduhelm, que tem o nome genérico de aducanumab, age com o intuito de travar o declínio associado à doença degenerativa do cérebro que afeta milhões em todo o mundo.

Aduhelm é o novo medicamento a ser aprovado contra Alzheimer em 18 anos

Segundo a revista Galileu, o fármaco produzida pela farmacêutica Biogen Inc., foi autorizado sob 'aprovação acelerada' - que é utilizada pela FDA somente em tratamentos de patologias graves ou que constituem uma ameaça à vida humana.

Apesar, da esperança de enormes benefícios clínicos, a agência norte-americana admite que as pesquisas realizadas até ao momento com pacientes em estágio inicial de Alzheimer ainda "deixam incertezas residuais" acerca da eficácia do medicamento. 

"Como aprendemos com a luta contra o cancro, o caminho de aprovação acelerada pode levar terapias aos pacientes mais rapidamente, estimulando mais pesquisas e inovações", justificou Patrizia Cavazzoni, diretora da agência, num comunicado emitido à imprensa, em resposta a polémicas acerca da possível introdução precipitada do Aduhelm no mercado. 

Como funciona o Aduhelm?

Conforme explica a revista Galileu, o novo fármaco ajuda a remover os depósitos da proteína beta-amiloide presente no cérebro de doentes nos estágios iniciais da doença de Alzheimer.

Sendo que os cientistas creem que a acumulação excessiva dessa substância no cérebro é a principal causa deste tipo de demência, visto que o mesmo processo sucede à medida que o sistema imunológico envelhece.

A polémica

A aprovação do fármaco baseou-se em três estudos distintos que ao todo envolveram 3.482 pacientes. Segundo a FDA, quem tomou o Aduhelm apresentou uma redução significativa de beta-amiloide dependendo da dose e tempo do tratamento.

Contudo, dois dos ensaios foram interrompidos em 2019, após uma análise ter que apontado que o medicamento afinal não acarretava qualquer benefício aos doentes.

Segundo a revista Science, uma pesquisa subsequente contrariou essa análise e submeteu os voluntários a doses mais elevadas de Aduhelm, levando a uma redução de 22% no declínio cognitivo dos indivíduos. 

Leia Também: Entenda como a Covid-19 causa demência semelhante a Alzheimer

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