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Coronavírus ataca, infeta e mata células musculares do coração

Estudo revela que o novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, afeta a contração cardíaca e que a resposta imunológica à infeção no órgão pode implicar consequências a longo prazo.

Coronavírus ataca, infeta e mata células musculares do coração
Notícias ao Minuto

08:22 - 04/03/21 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Covid-19

Um novo estudo realizado por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, divulgado no Journal of the American College of Cardiology: Basic to Translational Science, indica que o novo coronavírus também invade e se replica nas células musculares cardíacas, provocando a morte celular e alterações na contração dos músculos do órgão vital, reporta um artigo publicado na revista Galileu. 

Para efeitos daquela pesquisa, os investigadores desenvolveram um modelo de tecido cardíaco a partir de células-tronco de modo a reproduzir a reação celular causada por uma infeção. Adicionalmente, criaram tecidos que replicam a contração de músculos. No decorrer da experiência, os especialistas concluíram que a infeção viral não mata somente as células musculares do coração, como também destrói a fibra responsável por contrair o órgão que bombeia sangue para o resto do corpo.

Relativamente à conjetura da ocorrência de uma inflamação prejudicar a performance cardíaca, Kory J. Lavine, líder do estudo, aponta que, mesmo na ausência de infeção noutras zonas do corpo humana, regista-se a morte de células e fibras musculares do coração.

"A inflamação pode representar um segundo impacto em cima dos danos causados pelo vírus, mas ela por si só não é a causa inicial da lesão cardíaca", disse Lavine

Conforme explica a revista Galileu, as células T e B atuam na resposta do sistema imunológico a vírus que afetam o músculo cardíaco.

Contudo, quando se trata do SARS-CoV-2, quem responde maioritariamente à infeção são os macrófragos, monócitos e células dendríticas.

Lavine menciona que as células T e B tendem a estar associadas a uma patologia de duração curta. Já as células imunes que respondem à inflamação cardíaca motivada pelo novo coronavírus tendem a atuar em doenças crónicas, que podem ter consequências a longo prazo. 

O alertou ainda para que os jovens se protejam contra o vírus, salientando que mesmo aqueles que experienciaram sintomas ligeiros podem, futuramente, vir a sofrer de problemas cardíacos que limitem a sua capacidade de praticar exercício físico. 

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