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Vacina de Oxford e AstraZeneca "funciona perfeitamente" e dá imunidade

A vacina que está a ser desenvolvida por investigadores da Universidade de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca está entre as mais promissoras no combate ao novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19.

Vacina de Oxford e AstraZeneca "funciona perfeitamente" e dá imunidade

Nos ensaios clínicos iniciais a vacina demonstrou conseguir provocar uma resposta imune nos voluntários, segundo um estudo que está a ser realizado por cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, reporta o jornal The Sun.

Normalmente, as vacinas usam na sua formulação uma forma enfraquecida do vírus, ou pequenas quantidades do mesmo, contudo a vacina inovadora de Oxford faz com que o corpo faça parte do próprio vírus.

Os investigadores apuraram que esta nova técnica funciona para o novo coronavírus

O estudo usou células no laboratório e detetou que a vacina dá instruções à proteína da Covid, que as células depois replicam milhares de vezes - produzindo-a em enormes quantidades. 

Devido a esse processo, o sistema imunitário das pessoas fica preparado para reconhecer a doença e combatê-la sem que os indivíduos adoeçam. 

O professor David Matthews, da Faculdade de Medicina Celular e Molecular (CMM), da Universidade de Bristol, que liderou o estudo, disse: "até agora, a tecnologia não tem conseguido dar respostas bastante claras, mas sabemos que esta vacina está a fazer tudo o que esperávamos, e que funciona perfeitamente. Esta é a única boa notícia na nossa luta contra a Covid-19". 

Sarah Gilbert, à frente dos ensaios clínicos da Universidade de Oxford, afirmou: "este estudo confirma que grandes quantidades da proteína spike do novo coronavírus são produzidas com bastante precisão, e e isso é altamente promissor para explicar o sucesso da vacina em induzir um forte resposta imunológica". 

A morte do voluntário

O médico e voluntário João Pedro Feitosa morreu de complicações enquanto tomava parte dos ensaios clínicos. Acredita-se que o médico não terá recebido a vacina, mas sim um placebo benigno. 

Contudo, os testes à vacina já estão novamente a decorrer. 

Até ao momento, a vacina AZD1222 já foi administrada a 18 mil pessoas integrantes dos ensaios clínicos, que estão a decorrer no Reino Unido, África do Sul, Estados Unidos e no Brasil. 

A vacina de Oxford e da AstraZeneca continua a ser considerada a grande esperança para conseguir travar a propagação da Covid-19 em todo o mundo. 

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