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Afinal, o que é a depressão? Onze sintomas que jamais pode ignorar

A depressão é uma doença mental bastante comum. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 264 milhões de indivíduos em todo o mundo sofrem da patologia.

Afinal, o que é a depressão? Onze sintomas que jamais pode ignorar

A OMS destaca que a depressão difere de flutuações de humor esporádicas e de respostas emocionais a desafios do dia a dia.

Sobretudo, quando a depressão se prolonga por longos períodos de tempo, com sintomas de intensidade moderada a severa, pode tornar-se numa condição de saúde extremamente grave. 

Pode provocar uma sensação esmagadora de sofrimento e fazer com que a pessoa não consiga trabalhar ou estudar e deteriorar relações com a família e amigos.

Nos casos mais extremos, de acordo com a OMS, a depressão pode levar ao suicídio. Estima-se que anualmente 800 mil pessoas morrem por suicídio, sendo esta a segunda principal causa de morte em indivíduos entre os 15 aos 29 anos. 

Leia Também: Cinco sinais de alarme indicadores de comportamento suicida

Entretanto, e segundo informações partilhadas pelo hospital CUF, estima-se que uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens possam ter crises de depressão em alguma fase da sua vida e as crianças também podem ser afetadas.

O hospital aponta que ainda não existem dados concretos em relação à sua frequência em Portugal, mas as estimativas referem valores de 2 a 3% para os homens e de 5 a 9% para as mulheres para as formas mais graves de depressão e valores superiores a 20% para formas mais ligeiras da doença.

Estes são os principais sintomas da depressão, de acordo com a CUF:

- Sentimentos de tristeza e aborrecimento;

- Sensações de irritabilidade, tensão ou agitação;

- Sensações de aflição, preocupação, receios infundados e insegurança;

- Diminuição da energia, fadiga e lentidão;

- Perda de interesse e prazer nas atividades diárias;

- Perturbação do sono e do desejo sexual;

- Variações significativas do peso por perturbações do apetite;

- Sentimentos de culpa e de autodesvalorização;

- Alterações da concentração, memória e raciocínio;

- Sintomas físicos não devidos a outra doença (dores de cabeça, perturbações digestivas, dor crónica, mal-estar geral);

- Ideias de morte e tentativas de suicídio. 

Adicionalmente, pode e deve caso ache que alguém que conhece precisa urgentemente de ajuda (ou você próprio) procurar um profissional de saúde, como um psiquiatra, psicólogo ou até um médico de família capaz de orientá-lo.

Serviços telefónicos de apoio emocional e prevenção ao suicídio em Portugal

SOS Voz Amiga (entre as 16h e as 24h) - 213 544 545  

Conversa Amiga (entre as 15h e as 22h) - 808 237 327 (Número gratuito) e 210 027 159

SOS Estudante (entre as 20h e a 1h) - 239 484 020

Telefone da Esperança (entre as 20h e as 23h) - 222 080 707

Telefone da Amizade (entre as 16h e as 23h) – 228 323 535

Leia Também: 'Depressão sorridente': Por que a versão atípica da doença é tão perigosa

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