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Os cinco melhores remédios para acabar com as enxaquecas

A condição incurável, que não passa com analgésicos, caracteriza-se pela dor excruciante que pode durar entre quatro a 72 horas, quase sempre unilateral, na fronte e na têmpora.

Os cinco melhores remédios para acabar com as enxaquecas

Dos 150 tipos de dor de cabeça existentes, nenhuma é mais intensa e debilitante do que a enxaqueca. Não basta tomar um analgésico ou apagar a luz para a combater. Caracteriza-se pela dor que pode durar de quatro a 72 horas, quase sempre unilateral, na fronte e na têmpora. Hoje, em todo o mundo, pelo menos 300 milhões de pessoas sofrem de enxaqueca.

A doença é incurável e atrapalha a vida dos doentes em várias frentes. Estima-se que sete em cada dez pessoas que sentem esse tipo de dor relatam algum efeito negativo no relacionamento amoroso – discussões, falta de interesse sexual. No trabalho, idem. Para se ter uma ideia, os custos da perda de produtividade de funcionários com enxaqueca na Europa é de 27 mil milhões de euros por ano. Nos Estados Unidos, são 17 mil milhões de dólares.

A Organização da Nações Unidas (ONU) classificou a doença entre as cinco mais incapacitantes, ao lado de tetraplegia, depressão, psicose e demência.

A maioria dos fármacos para o problema tem ação paliativa, ou seja, sem atuar diretamente na dor. Não é simples atacá-la, por envolver uma centena de mecanismos na sua formação, os quais a ciência ainda desconhece na sua maioria.

A seguir, os principais medicamentos para a dor, de acordo com um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS):

1. Erenumab

Trata-se do único medicamento a atuar diretamente no problema. Indicado tanto para a enxaqueca crónica – quando a dor persiste ao longo de pelo menos quinze dias – quanto para a episódica, mais breve. Previne ou reduz as dores pela metade em 50% dos doentes.

2. Antidepressivos (Tryptanol e Nortriptilina )

Aumentam os níveis de seretonina no cérebro, a substância associada ao bem-estar, o que por sua vez ajuda no combate à dor. 

3. Anti-hipertensivos (Propanolol e Atenolol)

Inibem a ação da adrenalina, hormona excitante que estimula as crises de dor.

4. Botox

Aplicado nas regiões da testa, têmpora, atrás da cabeça, no pescoço e nas costas a cada três meses, o composto bloqueia as substâncias inflamatórias no couro cabeludo, reduzindo a dor.

5. Antiepiléticos (Zyvalprex e Topamax)

Estimulam a produção de um neurotransmissor com ação calmante no cérebro, o GABA. Atuam para diminuir a síntese de glutamato, substância com efeito excitatório sobre o cérebro.

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