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Leucemia. O que é e os sete sintomas que jamais pode ignorar

A leucemia é um cancro das células mais primitivas da medula óssea – as células estaminais - que são as células que dão origem às células do sangue.

Leucemia. O que é e os sete sintomas que jamais pode ignorar

Todos os anos surgem cerca de sete mil novos casos de leucemia linfócita crónica em Portugal.

É o tipo de leucemia mais frequente nos países ocidentais, sendo responsável por cerca de 33% dos casos totais de leucemia, sendo uma doença rara nos países asiáticos. A incidência é duas vezes superior nos homens do que nas mulheres, atingindo faixas etárias normalmente acima dos 50 anos de idade.

A leucemia linfática crónica é uma doença em que se acumulam muitos linfócitos anormais. Sendo que os linfócitos são as principais células do sistema imunitário,  segundo informações disponibilizadas pela rede de hospitais privados CUF.

Estes linfócitos parecem normais ao microscópio mas funcionam mal. É uma doença que se desenvolve muito lentamente (durante meses a anos mesmo sem tratamento) e os sinais de alarme como a anemia, hemorragias ou infeções podem demorar anos a aparecer.

Os sintomas manifestam-se quando o número de linfócitos doentes se torna muito alto, impedindo a medula de fabricar as outras células saudáveis para a funções normais do sangue. A terapêutica para este tipo de leucemia tem como objetivo baixar o número de glóbulos brancos. Na leucemia as células doentes que são fabricadas na medula vão transbordar para o sangue e vamos encontrá-las em circulação. Há vários tipos de leucemia, sendo que a sua maioria desenvolve-se a partir das células que vão dar origem a glóbulos brancos.

Com o passar do tempo, os linfócitos anormais preenchem a medula óssea, tornando difícil a substituição das células normais do sangue que vão morrendo.

Deverá estar atento e consultar o seu médico se tiver os seguintes sintomas:

Anemia - ocorre quando baixa o número de glóbulos vermelhos no sangue. Pode causar cansaço, falta de ar. Os doentes também podem ficar mais pálidos;

Hemorragias – devem-se a um reduzido número de plaquetas em circulação, podendo causar feridas fáceis, hemorragias gengivais e aparecimento de hemorragias na pele ou mucosas;

Infeções - Os linfócitos doentes não protegem contra infecções, são ineficazes. Assim sendo, há falta de glóbulos brancos eficientes para combater as infecções;

- Aumento de volume dos gânglios linfáticos e do baço;

- Febre;

- Transpiração noturna;

- Perda de peso.

Tratamento

Tendo em conta o estado menos ou mais avançado da leucemia linfática crónica, a equipa clínica multidisciplinar avaliará o melhor tratamento a seguir.

As opções podem incluir a quimioterapia, imunoterapia e eventualmente a radioterapia.

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