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Homens com pénis curvado têm um maior risco desta doença fatal

Indivíduos com ‘pénis curvo’ têm maior risco de desenvolver vários tipos de cancro, alerta estudo.

Homens com pénis curvado têm um maior risco desta doença fatal

Pela primeira vez cientistas descobriram que a doença de peyronie, - também conhecida por causar uma curvatura no pénis fazendo com que o órgão se posicione para cima, para o lado ou para baixo, pode estar relacionada a complicações de saúde.

Um estudo realizado pela Baylor College, em Houston, nos Estados Unidos, apurou que homens que apresentam a condição de saúde apresentam uma chance 40% maior de desenvolver cancro dos testículos. Da mesma forma, esses pacientes também têm um risco 29% maior de desenvolver melanoma e 40% maior probabilidade de desenvolver cancro do estômago.

Para efeitos daquela pesquisa os investigadores analisaram o material genético de pais e filhos que sofriam de peyronie e descobriram que estes compartilhavam um conjunto de genes capazes de predispor as pessoas aos tipos de tumores malignos citados.

De acordo com os cientistas a doença de peyronie afeta entre 3% a 7% dos homens. No entanto, esse número pode ser enganador e já que os especialistas apontam que ainda há uma certa relutância do público masculino em relatar essa condição de saúde aos profissionais de saúde. 

Toda curvatura de pénis é indicadora de peyronie?

Não. Pequenos desvios do pénis são avaliados como naturais e fazem parte das características pessoais de cada indivíduo. No entanto, algumas doenças podem deixar o órgão sexual com uma curvatura acentuada, como é o caso da peyronie.

Geralmente, essa curvatura faz com que o pénis se posicione para cima, mas pode igualmente curvar-se para o lado ou para baixo. É importante dizer que a peyronie só pode ser identificada durante a ereção. Ou seja, quando o pénis está flácido, apenas a fibrose é notada.

Esse tipo de condição de saúde costuma manifestar-se sobretudo em indivíduos com 50 ou mais anos, mas pode acometer os jovens também, na faixa dos 28 anos. Na maioria dos casos, o problema desaparece espontaneamente ou com a toma adequada de medicação.

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