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Tic-tac. O batimento do seu coração em descanso indica risco de morte

Um ritmo cardíaco de 75 pulsações por minuto em descanso duplica o risco de sofrer de morte prematura.

Tic-tac. O batimento do seu coração em descanso indica risco de morte

Indivíduos cujo ritmo cardíaco aumenta entre os 50 e os 60 anos apresentam igualmente uma maior probabilidade de desenvolverem doenças cardíacas.

Um batimento cardíaco menor é um indicador fiel de uma melhor perfomance física e de um coração mais saudável, o que corresponde ao valor de 50 a 100bmp.

Os investigadores salientam que os indivíduos devem tentar ativamente manter um ritmo cardíaco estável e baixo à medida que envelhecem, exercitando-se regularmente, optando por consumir uma dieta equilibrada pobre em açúcares e gorduras, e evitando de todo o tabaco.

Para efeitos daquela pesquisa os investigadores registaram e analisaram os batimentos cardíacos de dezenas de homens e mulheres em duas ocasiões diferentes, durante uma década.

Posteriormente, os voluntários foram seguidos pelos cientistas durante mais 11 anos de modo a averiguarem quantos haviam morrido devido a doenças cardíacas ou enfartes.

Duas vezes mais propensos a morrerem jovens

Aqueles que tinham um batimento cardíaco de 75bpm ou mais no começo do estudo apresentavam uma probabilidade duas vezes superior de falecerem prematuramente, comparativamente àqueles com um batimento de 55 ou menor.

O professor e líder do estudo Salim Barywani, docente na Universidade de Gotemburgo, na Suécia, disse em declarações ao jornal britânico The Guardian: “Monitorizando o ritmo cardíaco em descanso destes pacientes foi possível identificar aqueles que corriam um maior risco de morrer jovens”.

“Os indivíduos com maior risco devem alterar o seu estilo de vida, adotando uma rotina de exercício físico e o consumo de uma dieta saudável, rica em legumes, fruta, proteína magra e hidratos de carbono complexos”, rematou.

Durante a monitorização que ao todo durou 21 anos, 119 dos 798 voluntários iniciais morreram antes de completarem 71 anos e 237 desenvolveram doenças cardíacas.

O estudo foi publicado no periódico científico Open Heart.

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