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Estudos revelam idade exata em que homens e mulheres são mais infiéis

Duas pesquisas divulgadas pelo periódico El País revelam as idades em que homens e mulheres estão mais propensos a trair a sua cara-metade. E têm algo em comum: (quase) sempre acabam em nove.

Estudos revelam idade exata em que homens e mulheres são mais infiéis
Notícias ao Minuto

22:05 - 09/02/19 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Relações perigosas

O primeiro desses levantamentos, feito pelo site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison, revelou que os homens costumam ser infiéis quando se aproxima o final de uma década (ou o começo da seguinte). Ou seja, aos 39, 49 e 59.

Já as mulheres, segundo o site de encontros Victoria Milan, têm seu primeiro caso extraconjugal em média aos 33,4 anos.

A crise dos 39

O facto de muitas vezes a traição coincidir com o final de uma década de vida não é de todo banal.

O livro ‘Quando? Os Segredos Científicos do Timing Perfeito’, de Daniel H. Pink, que reúne vários estudos científicos para explicar os diferentes momentos em que devemos realizar certas atividades, explica que “a aproximação de uma nova década representa uma fronteira destacada entre as etapas vitais e funciona como marcador do progresso ao longo da vida”.

Trata-se de um momento de autoavaliação no qual aparecem preocupações como o envelhecimento e a busca do sentido da vida, aponta Pink, citando um estudo levado a cabo por especialistas da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Mas os dado da pesquisa do site Victoria Milan revela ainda que as mulheres estão mais propensas a enganar os maridos após 7,4 anos do começo do relacionamento. Noutras palavras: ao que parece a mítica e famosa ‘crise dos sete anos’ é real!

A ‘seven-year itch’, ou o momento em que o amor acaba?

O famoso número, contudo, não causa surpresa aos psicólogos, que há anos lidam com o conceito chamado ‘seven-year itch’ para explicar o momento em que a felicidade entre o casal diminui.

Helen Fisher, bióloga da Universidade Rutgers, em Nova Jérsia, nos Estados Unidos, alega uma justificação antropológica: “Tanto os mamíferos monogâmicos (apenas 3%) como as aves (90%) permanecem juntos apenas o tempo suficiente para criar a prole. Quando os pintarroxos jovens voam para longe do ninho ou as raposas que amadurecem saem da toca pela última vez, seus pais também se separam”.

O perigo dos primeiros quatro anos...

Também se constatou que na primeira década de casamento ocorrem não uma, e sim duas grandes crises. Partindo do fato de que quase metade dos matrimónios termina em divórcio, o professor Larry A. Kurdek, da Universidade Estadual de Wright, no Ohio, monitorizou 522 maridos e esposas uma vez por ano durante os primeiros 10 anos de vida em comum, a fim de medir a progressão de felicidade conjugal. Descobriu que aos quatro anos ocorria uma queda bastante abrupta da mesma, e outra depois dos sete. Isto acontecia com ambos os sexos, e de forma mais acentuada se tinham filhos.

A crise dos quatro anos seria como a primeira chapada da realidade. Quando o facto de por exemplo o conjugue deixar a roupa suja espalhada pela casa deixa de ser encantador para se tornar num hábito puramente irritante. “A segunda queda é mais difícil de explicar”, disse o investigador ao The New York Times. “Talvez seja a curiosidade natural, uma espécie de reflexão a respeito do que mais haverá por aí”.

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