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Couve de Bruxelas: O lado bom e o lado ótimo deste alimento sazonal

Estamos na época deste vegetal. Se não costuma inseri-lo na sua alimentação, leia o que temos para lhe dizer e procure formas alternativas de o cozinhar.

Couve de Bruxelas: O lado bom e o lado ótimo deste alimento sazonal
Notícias ao Minuto

21:45 - 12/11/18 por Mariana Botelho 

Lifestyle Vegetais

Frutas, legumes e vegetais: sempre! Mas sempre com preferência pelos biológicos (porque são livres de químicos) e dos da época (que estão no ponto certo de se consumir por toda a oferta nutricional que oferecem quando comidos na altura certa, sem mão humana que influencie a sua produção natural).

Comece-se pelo benefício que mais o carateriza: é pela sua função antioxidante que este vegetal é principalmente reconhecido. Além disso, conta com um ‘cocktail de vitaminas’ bastante versátil que permitem que se equipare estas pequenas couves a shots vitamínicos bastante naturais.

De comum presença nos pratos de natal mas odiado por muitos pelo sabor caraterístico, o The Independent junta seis motivos por que as couves de Bruxelas devem estar presentes lá em casa com bastante frequência.

1. Ajudam a proteger contra o cancro:

A par de deixar de fumar e de se afastar de outros hábitos que afetem diretamente a sua saúde. Uma preferência por refeições mais ricas em verduras é visto por especialistas como bastante benéfico na prevenção de cancro. De entre as várias verduras, as couvas de Bruxelas são particularmente aconselhadas por conclusão de vários estudos.

2. São altamente ricas em fibra

A fibra é essencial para garantir a saciedade e regulação intestinal. Além disso, ajuda a manter os saudáveis níveis de colesterol bem como prevenir doenças como diabetes ou problemas cardíacos.

3…. e bastante ricas em vitaminas e nutrientes

Quase todos os nutrientes e vitaminas essenciais ao bom funcionamento do organismo humano estão presentes neste vegetal. O facto de serem ricos em ácido fólico garante a produção e mantimento de glóbulos vermelhos, essencial à saúde cerebral.

4. São baixas em calorias

Há calorias boas, mas quando um alimento em nutricionalmente rico sem por em causa o consumo máximo de calorias diário, é um ganho dois em um. De realçar que o facto de ser baixo em calorias não permite que o processo usado para o cozinhar possa ser qualquer um: juntar natas ou fritar em manteiga são exemplos de como se pode ‘estragar’ este alimento;

5. Contêm ómega 3

É por isso uma opção alternativa aos ácidos gordos presentes em certos peixes. Ideal para quem procura uma dieta mais variada ou siga uma alimentação vegetariana. Este tipo de gordura é pois essencial para a saúde cerebral, já que ajuda a retardar o declínio cognitivo e combate a depressão e ansiedade.

6. São benéficos à saúde óssea

É graças à grande presença de vitamina K que o vegetal em questão garante uma boa densidade óssea assim como prevenção de osteoporose ou fraturas ósseas, comuns entre mulheres com menopausa.

A par de todos os benefícios apontados a couve de Bruxelas é, também, um vegetal com história: foi no século XVI que ganhou destaque por passar a fazer parte da dieta belga, onde o protagonismo foi tanto que ganhou o nome da cidade. Mas em terras europeias, o alimento já havia sido produzidos no Reino Unido, que trouxe o vegetal do Afeganistão.

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