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Silêncio que se vai… falar de dor crónica

“A Dor não tem de ser o triste fado dos Portugueses” é o mote da campanha lançada para alertar para um tema que assinala o dia de hoje, Dia Nacional da Luta Contra a Dor.

Silêncio que se vai… falar de dor crónica
Notícias ao Minuto

10:15 - 19/10/18 por Mariana Botelho 

Lifestyle Luta Contra a Dor

Três em cada dez portugueses sofre de dor crónica, uma dor que normalmente persiste entre três a seis meses, mas é negligenciada pelos doentes e por vezes pelos próprios profissionais de saúde.

Tem origem em lesões, que são frequentemente subestimadas, mas pode também ser resultado de doenças como cancro, artrose ou diabetes, bem como ser agravada por má postura ou má recuperação pós cirúrgica.

Em qualquer um dos casos, o seu tratamento é essencial para evitar o mau impacto que a dor crónica não poucas vezes tem na vida dos portugueses, do quais 37% sofre deste problema, mesmo que o fenómeno ainda não seja totalmente conhecido. É por isto que a empresa farmacêutica Grünenthal, em parceria com o grupo de farmácias Holon, lança agora uma campanha de sensibilização que associa tal realidade ao fado. A relação é simples de se explicar, já que a dor crónica “é uma doença portuguesa com certeza”.

Ana Martins, Diretora-geral da Grünenthal Portugal explica a intenção em usar este ícone máximo da cultura portuguesa por o Fado estar muito associado à dor e ao sofrimento. “Fado significa “destino” e nós, portugueses, vivemos muito com a ideia de que a dor é um destino inevitável. Mas a dor crónica não tem de ser o “triste fado” dos portugueses porque, apesar de causadora de absentismo e incapacidade, tem tratamento e não tem de ser limitadora da qualidade de vida”, explica.

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É durante o mês de outubro que a campanha ‘Porque a dor não tem de ser o triste fado dos Portugueses’ decorre em mais de 200 farmácias do país, no sentido de alertar para a prevenção, reconhecimento e avaliação desta dor por parte de toda a população bem como para o caso específico dos farmacêuticos, que devem ser sensibilizados para o diagnóstico e tratamento correto da dor – seja aguda ou crónica – e irão estar disponíveis para partilhar conselhos práticos e exercícios a qualquer paciente que procure ajuda e seja incentivado de contrariar a ideia de “O que me dói nem às paredes confesso”.

A campanha visa alertar para a importância de reconhecer a dor crónica como uma doença e não como um sintomaTal sensibilização é feita com recurso a letras e expressões típicas deste estilo musical que desta forma dá voz a quem sofre de dor crónica. Desta forma, esclarece Ana Martins, "a campanha visa alertar para a importância de reconhecer a dor crónica como uma doença e não como um sintoma, assim como para a importância de procurar um especialista para obter um diagnóstico atempado e adequado.

A par da referida campanha, a Grünenthal colabora no sentido de combater este problema através de formações em dor ou outras ferramentas que possam auzxiliar a prática clínica. Ana Martins destaca o site www.dor.com.pt, “que reúne informação diferenciada para doentes e profissionais de saúde, com conteúdos relevantes sobre dor e os seus diferentes tipos, conselhos práticos para a rotina diária e ferramentas de apoio ao diagnóstico e controlo da dor”.

Além disso, o grupo desenvolveu um Código Visual da Dor, que uma ferramenta visual de apoio à identificação dos principais descritores de dor, que a diretora-geral da Grünenthal Portugal refere ter o propósito de “facilitar a comunicação médico-doente no diagnóstico da dor crónica”

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