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Gravidez e álcool, nunca. Saiba ao certo como este hábito afeta o bebé

Não fumar nem beber são as regras mais sabidas quando se fala de cuidados durante a gestação. Resta perceber como é que tal substância pode levar à Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)

Gravidez e álcool, nunca. Saiba ao certo como este hábito afeta o bebé
Notícias ao Minuto

09:30 - 19/10/18 por Mariana Botelho 

Lifestyle Gravidez

Ingerir bebidas alcoólicas durante a gravidez é dos hábitos que mais problemas geram no desenvolvimento fetal, que pode vir a ter repercussões para a vida toda.

A SAF, Síndrome Alcoólica Fetal, é uma das consequências bastante apontadas e que leva a variados sintomas desde anomalias no crânio, deficiência de crescimento intra e extrauterino, disfunções do sistema nervoso central e várias malformações a nível cardíaco, ocular, renal, entre outros, aponta o brasileiro Veja.

Também para a mãe, a saúde é posta em causa aquando do consumo de álcool, principalmente nos casos de aborto prematuro, má posição da placenta ou hipertonia uterina.

Embora sejam mais comuns os números provenientes dos casos em que as grávidas são mulheres alcoólicas, o chamado copo social - em que a dose consumida é bem mais moderada - pode também resultar em problemas para o bebé. Aliás, por vezes um copo basta para que se esteja perante um caso de SAF o que obriga a um excessivo alerta aos casos em que mulheres querem engravidar, pois é normalmente à quarta ou quinta semana que a mulher confirma que está grávida e nestas quatro ou cinco semanas o álcool já deveria ser evitado.

É comummente sabido que o consumo de álcool durante a fase de gestação põe em risco os nutrientes que passam da mãe para o feto, através da placenta, que não limita a entrada de álcool para o embrião, cujo fluxo sanguíneo fica comprometido.

Ora, esta forma de toxicidade é altamente prejudicial para o feto cujo organismo ainda não tem capacidade de garantir uma desintoxicação tão rápida quanto um adulto e por isso à questão ‘Qual a dose máxima permitida para evitar problemas na gestação’, os especialistas respondem que, por prevenção, a dose deve ser mesmo nula.

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