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Jovens arriscam gerar bebés deficientes por não tomarem este suplemento

A comunidade médica está preocupada com o decréscimo na toma de ácido fólico pelas gerações mais novas.

Jovens arriscam gerar bebés deficientes por não tomarem este suplemento
Notícias ao Minuto

11:00 - 10/10/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle ‘Geração Instagram’

A ‘geração Instagram’ arrisca-se a gerar bebés com malformações congénitas devastadoras ao optar por não tomar ácido fólico.

Um novo estudo apurou que mais de metade dos jovens entre os 18 e os 24 anos que desejam conceber não tomam a vitamina.

Os especialistas estão preocupados que as mensagens de saúde pública acerca daquele suplemento não estejam a ser ouvidas e aceites.

E garantem que essas mensagens deviam ser transmitidas através de redes sociais como o Instagram e o SnapChat.

O ácido fólico é essencial na prevenção de defeitos genéticos e de malformações do tubo neural nos fetos, porém deve ser tomado antes da gravidez.

A espinha bífida é a mais conhecida desass malformações e ocorre quando a espinha não se desenvolve devidamente levando à paralisia.

Sarah Johnson, da firma britânica SPD Development, liderou um estudo no qual questionou quase 11,500 mulheres acerca da toma de ácido fólico. Pesquisa essa que apresentou ontem na conferência da American Society for Reproductive Medicine (Sociedade Americana de Saúde Reprodutiva), em Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos.

A diretora de investigação clínica disse: “Não estávamos a contar com estes números, sobretudo entre as mulheres que pretendem ativamente engravidar e que já tinham pesquisado sobre o assunto”.

“Estes resultados sugerem que o modo como os media estão a ser utilizados para promover a toma de ácido fólico não está a chegar à população feminina mais jovem”.

“Atualmente os jovens não usam as ditas vias tradicionais para receber informação, ao invés optam por recorrer às redes sociais”.

Apenas 32% das jovens inquiridas com menos de 18 anos tomavam o suplemento e 47% das mulheres entre os 18 e os 24 anos, comparativamente a 61% das voluntárias entre os 25 e os 35 anos.

Já 69% das mães expectantes entre os 35 e os 40 anos afirmaram ingerir ácido fólico.

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