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Mulheres com cinco ou mais filhos têm maior risco de contrair esta doença

De acordo com um novo estudo, conduzido por investigadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, as mulheres que têm cinco ou mais filhos apresentam uma maior predisposição de virem a padecer de Alzheimer.

Mulheres com cinco ou mais filhos têm maior risco de contrair esta doença
Notícias ao Minuto

07:00 - 20/07/18 por Liliana Lopes Monteiro  

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Aquela pesquisa terá estabelecido uma relação entre as hormonas da gravidez e a famigerada doença degenerativa do cérebro.

Já há muito que se sabia que o Alzheimer afeta mais mulheres do que homens, e este novo estudo pode finalmente ajudar a entender o porquê de tal acontecer.

Os resultados apurados pelos investigadores, demonstraram que dar à luz cinco ou mais bebés pode aumentar a probabilidade dessas mulheres desenvolverem Alzheimer. E que paradoxalmente uma ou mais gravidezes interrompidas têm um efeito preventivo contra a doença.

Para efeitos daquela pesquisa, os investigadores analisaram o historial de gravidez de mais de 3,500 mulheres, incluindo informação acerca do número de partos, e do número de gravidezes incompletas devido a aborto espontâneo ou à interrupção voluntária da gestação.

Seguidamente, testaram a memória e raciocínio dessas voluntárias, de modo a perceberem se teriam desenvolvido Alzheimer ou algum tipo de demência.

Os resultados revelaram que dar à luz cinco ou mais bebés, torna essas mulheres 70% mais predispostas de virem a sofrer de Alzheimer.

Surpreendentemente, as mulheres que tinham experienciado gravidezes interrompidas, apresentavam uma menor disposição de desenvolverem aquela patologia.

Estas mulheres alcançaram ainda uma melhor pontuação nos testes de memória e de raciocínio realizados pelos investigadores, comparativamente às que não tinham tido qaulquer tipo de interrupção da gravidez.

Os cientistas acreditam que estes resultados possam estar relacionados com as mudanças hormonais que ocorrem no organismo feminino durante a gravidez.

Os níveis de estrogénio, em particular, duplicam logo na oitava semana de gestação, e continuam a subir até 40 vezes mais do que o normal.

“É possível que este aumento extremo esteja a prejudicar de alguma forma o sistema cognitivo”, refere Ki Woong Kim, investigador e autor do estudo.

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