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Ferimento fatal de Diana foi "raro", "pequeno" e "no lugar errado"

A explicação foi dada pelo especialista Richard Shepherd no seu novo livro.

Ferimento fatal de Diana foi "raro", "pequeno" e "no lugar errado"

Foram revelados mais pormenores acerca da morte da princesa Diana. Segundo o novo livro do especialista Richard Shepherd, o ferimento fatal que roubou a vida à 'princesa do povo' foi pequeno, "no sítio errado" e tão raro que, como médico legista, nunca tinha visto nada assim em toda a sua carreira.

Também segundo este especialista, Diana teria sobrevivido se tivesse usado cinto de segurança. 

Dr. Shepherd revela igualmente que, segundo a análise que fez às provas do acidente que aconteceu há 22 anos, o ferimento fatal e raro consistiu no derrame de uma veia num dos pulmões. 

O profissional explica a sua posição no livro intitulado 'Unnatural Causes', afastando assim todas as teorias da conspiração. 

À época, Diana, com 36 anos, encontrava-se acompanhada pelo namorado, Dodi Fayed, pelo motorista, Henri Paul e pelo guarda-costas de Dodi. Este foi o único sobrevivente, uma vez que também era o único a usar cinto de segurança.

Diana morreu no túnel de l’Alma, em Paris, na madrugada de 31 de agosto de 1997. Ainda hoje é recordada com muito carinho por todos os admiradores da realeza britânica.

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