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Zangado, Eduardo Madeira escreve carta aberta à Caixa Geral de Depósitos

Enquanto cliente, o humorista quis dar a sua opinião sobre uma situação que descreve como: "bandalheira".

Zangado, Eduardo Madeira escreve carta aberta à Caixa Geral de Depósitos

A Caixa Geral de Depósitos está no centro da polémica depois de terem sido revelados dados de uma versão da auditoria da EY,  relativa ao período 2000-2015, com data de dezembro de 2017, onde é referido que os administradores do banco público receberam "remuneração variável" e "voto de confiança", mesmo com resultados negativos. Dados que estão a dar que falar a nível nacional e aos quais Eduardo Madeira não ficou indiferente.

Enquanto cliente do banco, o humorista usou as suas redes sociais para escrever uma carta aberta onde mostra o seu descontentamento com uma situação a que chama de “bandalheira”.

“Contraí um empréstimo jovem da CGD tinha uns 20 anos. Durante os 25 anos que durou o referido empréstimo a Caixa só me contactou para dizer, de forma algo ameaçadora, que me atrasei a pagar a prestação (apesar da hipoteca como garantia e dos juros pelo atraso). Foram duas ou três vezes mas percebi bem a mensagem e fui a correr feito tolo regularizar tudo.”, começa por contar.

“E agora percebemos que V. Exas concederam empréstimos de milhões, sem quaisquer garantias e que nunca, repito nunca, foram pagos. Ou melhor, foram, ou vão ser, por mim e outros como eu.”, acrescenta, referindo-se ao facto de na referida auditoria terem sido apontadas "importantes insuficiências" organizacionais que poderão ter contribuído para decisões pouco fundamentadas na concessão de crédito e de terem sido detetadas sete operações de concessão de crédito com risco grave ou elevado.

Quanto à solução para o problema, Eduardo aguarda pelas demissões dos responsáveis pela situação. Algo que nas suas palavras é descrito como: “um pontapé no cu”.

“Não peço a V. Exas que alguém devolva o dinheiro à Caixa ou que vá tudo preso aí dentro. Isso não vai acontecer e, como mantenho aí a conta, não quero ver o banco em piores lençóis do que aqueles em que se encontra. Basta-me, para de certa forma me sentir ressarcido por toda esta bandalheira, poder dar um pontapé no cu a um dos responsáveis pela situação.”, defende.

“Pelo exposto em cima aguardo a informação sobre o balcão a que tenho que me dirigir e o nome do administrador a quem darei o respectivo chuto nos glúteos. Obrigado.”, concluiu.

Veja abaixo a carta completa:

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