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"Sempre quis ter uma filha Frederica. Não tive uma filha, pari o projeto"

Foi há cinco anos que Vanessa Martins se lançou no digital com um projeto dedicado às mulheres.

"Sempre quis ter uma filha Frederica. Não tive uma filha, pari o projeto"

‘Frederica’ é o nome do projeto de Vanessa Martins que nasceu há cinco anos. No dia em que celebrou mais um aniversário deste ‘bebé’, a modelo e atriz juntou os amigos para um evento que marcou a data e assinalou algumas novidades.

Em conversa exclusiva com o Fama ao Minuto, a figura pública recordou o início desta caminhada no digital, ditando o que foi mais difícil.

O início foi mais difícil na parte de as pessoas acreditarem que poderia ser um projeto profissional em vez de ser só um projeto de hobbie. Sempre sublinhei que queria que isto fosse bastante profissional”, começou por dizer. “Hoje já não é preciso acreditar. Quer dizer, muita gente ainda não percebe bem aquilo que faço e às vezes tenho de explicar várias vezes aos meus pais qual é a minha profissão de influenciadora digital, mas acho que é um passo de cada vez. Se há cinco anos ninguém sabia, hoje em dia já cada vez mais pessoas sabem e daqui a mais cinco vai ser uma profissão super comum", acrescentou.

Ao longo destes anos, o feedback que tem recebido é sobretudo “positivo”. “Claro que há sempre um feedback menos bom, mas que serve para crescer e para evoluir. No geral é sempre positivo. É isso que me faz todos os dias querer fazer mais e melhor”, partilhou.

E quais as novidades deste projeto? “A Frederica é um site para mulheres, falo muito do poder feminino. Falamos de mulheres para mulheres. Claro que os homens também podem visitar o site para nos conhecerem um pouco melhor, mas é para quebrar tabus. Falar de temas que são comuns, mas de que ninguém fala. Sobre locais a que as mulheres gostam de ir, coisas que as mulheres gostam de fazer, falamos sobre a mente, sexualidade, moda… Depois temos a loja online onde podem encontrar produtos nacionais”, explicou.

Durante o discurso, perante todos os presentes no evento, Vanessa disse que queria que Frederica fosse uma espécie de ‘Google’. Em conversa com o nosso canal, a empresária falou sobre o motivo que a levou a escolher este nome.

Há dez anos fiz Erasmus em Itália e a minha coordenadora chamava-se Frederica e eu disse sempre que queira ter uma filha chamada Frederica. Como não tive uma filha, pronto, pari o projeto que é a mesma coisa. Dá mesmo trabalho”, disse, confessando que a maternidade continua nos seus planos. “Claro [que quero ter filhos]. Não se vai é chamar Frederica, de certeza absoluta. Agora quero outro nome”, salientou.

Vanessa Martins admitiu que “não fica muito eufórica com o sucesso das coisas e que vive com os pés assentes na terra”. Não pensa muito no que vai acontecer com o projeto daqui a cinco anos, mas de uma coisa tem a certeza: “Adapto-me imenso ao mercado”.

“Daqui a cinco anos não sei o que vai estar a acontecer, mas sei que cada vez mais vamos estar mais no digital. Digo isto com algum peso porque o digital vai ser o futuro, sem dúvida alguma. As pessoas não vão conseguir estar offline, mas é aproveitar também o bom do offline da vida e é um bocado isso que a Frederica passa, que é, o que fazer quando estamos offline”, argumentou.

Para a modelo e atriz, nos tempos que correm é essencial para um artista estar nas redes sociais, no mundo digital.

“Sem dúvida. Hoje em dia as pesquisas já não são feitas tanto a nível de Google, mas sim no Instagram. Uma pessoa quer saber de um restaurante e vai automaticamente procurar no Instagram. Se o restaurante não tem Instagram, ninguém lá vai. As pessoas precisam de uma certa credibilidade e estar nas redes sociais e no digital é super importante, sem dúvida. Seja artista, seja marca, seja local, até os cães têm redes sociais. Hoje em dia estar no digital é ter vida”, disse.

No entanto, reconhece que as redes sociais nem sempre são positivas, sendo um meio fácil para criticar o outro.

“Nós fizemos um artigo sobre isso na Frederica, que os ataques de bullying na Internet, redes sociais, são feitos maioritariamente por mulheres. De mulheres para mulheres. O que é triste. É uma forma fácil de as pessoas libertarem a sua frustração. Como em tudo na vida, existem sempre as coisas boas e as más. Quero acreditar que no futuro vamos ser todas mais unidas e vamos ver as redes sociais como uma coisa positiva. Sem dúvida que o ataque feminino não é o pior nas redes sociais, ainda há muita pedofilia, muitos problemas no mundo de ataques cibernéticos que realmente são muito graves e a Internet é isso. Hoje em dia as pessoas já não se assaltam, hoje em dia já tentam entrar nas contas bancárias de outras pessoas. É um bocadinho a evolução do digital, da nossa vida e do planeta”, referiu.

Vanessa já se deparou com algumas reações menos boas por parte dos seus seguidores, mas, garante, “não se deixa ir a baixo”. “Como sei que são maldosos e não construtivos, encolho os ombros e sigo a minha vida. Aquela pessoa é a primeira quando me vê na rua a querer tirar uma foto, por isso, acho que é um bocado hipocrisia estar atrás de um telemóvel, porque as pessoas frente a frente não dizem nem 5% daquilo que pensam”, rematou.

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