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Barril de Brent fecha em alta de 0,20% para 62,72 dólares

O preço do barril de petróleo Brent para entrega em abril encerrou hoje em alta de 0,20%, no mercado de futuros de Londres, para 62,72 dólares.

Barril de Brent fecha em alta de 0,20% para 62,72 dólares
Notícias ao Minuto

20:45 - 13/02/18 por Lusa

Economia Petróleo

O crude do mar do Norte, que serve de referência para a Europa, terminou o dia com uma subida de 0,13 dólares face à negociação de segunda-feira, quando terminou nos 62,59 dólares.

Numa sessão volátil, o preço do barril de petróleo europeu encerrou a valorizar, depois da Agência Internacional da Energia (AIE) ter revisto ligeiramente em alta a procura global para este ano.

No relatório mensal sobre o petróleo, a AIE insistiu que os fundamentos do mercado são menos favoráveis para manutenção da tendência altista do preço do barril, que chegou nos últimos meses a alcançar os 70 dólares, essencialmente devido à evolução dos Estados Unidos e, em particular, os depósitos de xisto.

Os autores do estudo aumentaram as suas expectativas sobre a procura de petróleo para uma média de 99,2 milhões de barris diários em 2018. Isto significa 100.000 barris diários a mais do que tinham antecipado em janeiro, em linha com as perspetivas económicas mais favoráveis do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Também sublinham que, com estes números, a subida do consumo mundial será de 1,4 milhões de barris suplementares por dia, comparativamente a 2017, quando o aumento foi de 1,6 milhões face a 2016.

Além disso, o aumento da extração de produtores que não pertencem à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPE), em particular dos Estados Unidos, está no bom caminho para compensar o aumento da procura.

A esse respeito, a Agência Internacional de Energia sublinhou que até novembro e em apenas três meses os Estados Unidos aumentaram em 846.000 barris diários a sua produção, um número "colossal" que levará o país "em breve" a superar a Arábia Saudita e "para finais deste ano" poderá também tornar-se "o número um" mundial, acima da Rússia.

Por trás desta evolução está a redução radical dos custos de produção das empresas que operam nos Estados Unidos, que foi incentivada pelo aumento do preço do barril.

A AIE estima que a subida anual do bombeamento de crude nos Estados Unidos poderá ser equivalente a 1,4 milhões de barris diários.

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