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Utiliza a caderneta da CGD? O banco quer que passe a digital

A medida foi anunciada na quarta-feira por Paulo Macedo e será implementada até ao final do ano. Porém, o responsável adianta que a instituição está a trabalhar para que "as pessoas sejam minimamente afetadas".

Utiliza a caderneta da CGD? O banco quer que passe a digital
Notícias ao Minuto

08:49 - 08/02/18 por Beatriz Vasconcelos

Economia Banca

O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo,  anunciou, na quarta-feira, que o banco se prepara para introduzir uma nova caderneta digital. O objetivo passa por duplicar o número de clientes que utilizam os canais digitais do banco.

A CGD está a trabalhar “numa transição para uma caderneta digital, ou seja, uma caderneta que permita as mesmas funcionalidades que as de uma caderneta física. Como sabem, as cadernetas poderão deixar – por questões de segurança – de permitir o levantamento de dinheiro de forma automática e, portanto, uma das vertentes é a inclusão”, disse Paulo Macedo durante a cimeira da Banking Summit, uma conferência sobre a digitalização do setor bancário organizada pela SIBS e pela Associação Portuguesa de Bancos.

Essa é uma das estratégias para duplicar nos próximos 18 meses o número de clientes que acedem a serviços do banco através da internet, ou seja, do ‘home banking’. Atualmente, esse número é de um milhão, segundo Paulo Macedo, mas a Caixa Geral de Depósitos quer que chegue aos dois milhões.

De acordo com o responsável, na base desta decisão está também uma nova orientação europeia que fará com que o sistema da caderneta deixe de ser “considerado suficientemente forte” a partir de certa altura. Porém, Macedo diz que a instituição está a trabalhar para que “as pessoas sejam minimamente afetadas”.

Sobre os custos, o responsável não adiantou quanto é que este processo permitirá poupar à instituição, mas reconheceu que os clientes não estão dispostos a pagar comissões.

“As pessoas estão sempre a dizer à banca: vocês bancos arranjem-se, diminuam as vossas estruturas que nós não estamos para pagar as vossas comissões”, afirmou Paulo Macedo. “Os custos são uma vertente essencial, mas, primeiro, está o serviço ao cliente. Se não fosse essa a principal preocupação, descontinuávamos a caderneta”, salientou.

Precisamente sobre as comissões bancárias, Paulo Macedo será ouvido no Parlamento "com urgência" para explicar a questão dos aumentos, bem como o plano de reestruturação do banco.

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