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Famílias portuguesas querem gastar menos no regresso às aulas este ano

No ano passado, os pais estavam a planear gastar cerca de 455 euros nos materiais escolares. Em 2017, a realidade é bem diferente.

Famílias portuguesas querem gastar menos no regresso às aulas este ano
Notícias ao Minuto

07:20 - 22/08/17 por Bruno Mourão

Economia Estudo

Seja por conseguirem preços mais baixos, por quererem poupar, ou apenas por terem menos dinheiro disponível, as famílias portuguesas assumem a intenção de gastar menos dinheiro em material escolar no regresso às aulas deste ano. 

O mais recente estudo do Observador Cetelem mostra que os pais inquiridos planeiam gastar 393 euros em 2017, contra os 455 euros de 2016. "Neste regresso às aulas, as famílias portuguesas esperam gastar menos 62€ do que em 2016 (455€), atingindo o valor mais baixo desde 2013", revela o Cetelem em comunicado oficial enviado para a redação do Economia ao Minuto, antes de revelar que mais de 61% das famílias ouvidas espera gastar entre 250 e 750 euros em materiais escolares; apenas 4% dos pais portugueses planeia gastar mais de mil euros. 

Como é habitual, as mochilas, cadernos, canetas, material desportivo e materiais de apoio didático serão as maiores despesas, e mais de metade dos inquiridos pelo Cetelem assume que deverá fazer todas as compras de uma só vez. 

"As famílias aproveitam as promoções nas semanas que antecedem o regresso às aulas, que são cada vez mais vantajosas. Por outro lado, temos hoje uma oferta cada vez mais alargada, desde papelarias, hipermercados e lojas online, que vieram aumentar a concorrência no setor e, consequentemente beneficiar o consumidor. Estes fatores estão entre as razões que justificam as intenções de gasto expressadas pelas famílias", explica Pedro Camarinha, diretor de distribuição do Cetelem. 

Recorde-se que o Observador Cetelem Regresso às Aulas 2017 "tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos". 

"Estes foram entrevistados telefonicamente, com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen, entre os dias 11 e 15 de maio, e um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%."

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