António Gomes Mota e Francisco de Lacerda nomeados para os CTT

Os acionistas dos CTT aprovaram hoje a composição dos órgãos sociais dos Correios de Portugal para o mandato 2017-2019, elegendo António Sarmento Gomes Mota presidente do Conselho de Administração ('chairman') e Francisco de Lacerda presidente executivo.

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Economia Acionistas

Em 07 de fevereiro, os CTT divulgaram que a Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações (CGSAN) recomendava a separação entre as funções de presidente do Conselho de Administração e de presidente da Comissão Executiva.

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Nesse sentido, a CGSAN propôs António Gomes Mota para presidente do Conselho de Administração e Francisco de Lacerda para vice-presidente do Conselho de Administração e presidente da Comissão Executiva, segundo uma das propostas que hoje foi votada na reunião magna de acionistas dos Correios de Portugal.

Na assembleia-geral foram ainda eleitos os membros da Comissão de Auditoria, da Mesa da assembleia-geral e da Comissão de Vencimentos, para o mandato que termina em 2019.

Júlio de Lemos de Castro Caldas foi eleito presidente da mesa da assembleia-geral dos CTT e João Talone presidente da Comissão de Vencimentos.

Foi ainda aprovada a "deliberação proposta pelo Conselho de Administração sobre a redução do capital social, para libertação de excesso de capital, de 75 milhões de euros para 25,5 milhões de euros, sendo a redução no valor de 49,5 milhões de euros a reconduzir a reservas livres (mediante a redução do valor nominal de cada ação de 0,50 euros para 0,17 euros)", referem os CTT em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Além disso, foi também deliberado, mediante proposta da administração, "o aumento do capital social de 25,5 milhões de euros para 75 milhões de euros, sendo o aumento no valor de 49,5 milhões de euros, a realizar por incorporação de reservas, resultantes principalmente de resultados transitados com origem em reavaliações de ativos fixos tangíveis (...)", bem como "o acerto do valor de reserva legal, passando a reserva legal da sociedade a 15 milhões de euros e reconduzindo-se o valor de três milhões de euros a reservas livres".

A administração dos CTT foi ainda autorizada a comprar e a vender ações próprias.

Os acionistas aprovaram ainda o pagamento de um dividendo bruto de 0,48 euros por ação.

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