Juros no crédito à habitação continuam a cair

Mais uma vez, os custos implícitos do financiamento para comprar casa diminuíram. Ainda assim, a prestação média não se alterou.

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Economia INE

No mesmo dia em que a DECO lançou duras críticas à banca por não refletir totalmente a queda das taxas de juro nos empréstimos à habitação, o INE divulgou dados que podem ajudar a explicar as palavras da Associação de Defesa do Consumidor.

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Tal como acontece desde meados de 2014, a tendência de queda dos juros implícitos no crédito para compra de casa manteve-se em março e atingiu um novo mínimo de 1,016%, menos 0,2 pontos base do que em fevereiro. Mesmo assim, a prestação média paga pelos clientes ficou igual pelo sétimo mês consecutivo, mantendo-se nos 237 euros que se verificam desde setembro do ano passado.

A queda dos juros nos contratos de empréstimo celebrados nos últimos três meses foi mais significativa e a taxa média já está em 1,665%. Nos contratos mais recentes, a descida dos juros implícitos justificou uma queda nas prestações mensais médias pagas pelos clientes, dos 301 euros de fevereiro para os 297 euros de março.

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