OPEP apostada em oficializar corte de produção em novembro

O líder do maior grupo de produtores de petróleo do mundo mostrou confiança no princípio de entendimento alcançado em Argel no final de setembro.

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Os analistas estão céticos quanto à capacidade da Organização dos Países Exportadores de Petróleo de chegar a um acordo sólido de limitação da produção, mas o secretário-geral Mohammed Barkindo assume-se confiante. 

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Em declarações à imprensa após a conferência 'Oil & Money' do New York Times, o representante máximo da OPEP garantiu que "os 14 membros concordaram com a decisão" e falta apenas acertar alguns pormenores para garantir que o acordo se torna permanente. O objetivo é cortar a produção dos atuais 33,6 milhões de barris por dia para um valor entre os 32,5 e os 33 milhões. 

Com o apoio da Rússia, a OPEP espera conseguir convencer o Irão, Nigéria e Líbia a assinar o entendimento, apesar de alguma relutância dos três países em assumir uma limitação da produção. 

As três nações mais hesitantes deverão ter direito a condições especiais depois da assinatura do acordo global com os restantes parceiros da OPEP.

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