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Há "unidade acionista" na EDP para "políticas fundamentais"

O presidente do Conselho Geral de Supervisão da EDP, Eduardo Catroga, afirmou hoje que existe "unidade acionista" no empresa no que respeita aos grandes objetivos e às políticas fundamentais, realçando a votação das propostas na assembleia-geral.

Há "unidade acionista" na EDP para "políticas fundamentais"

Em conferência de imprensa, no final da reunião anual de acionistas, que hoje decorreu, Eduardo Catroga disse que essa convergência de objetivos dos acionistas será vertida no plano de investimento para os próximos quatro anos, que no início de maio será apresentado ao mercado.

"Diria que existe unuidade acionista em termos dos grandes objetivos e em relação às políticas fundamentais da empresa", declarou o presidente do Conselho Geral de Supervisão, quando questionado sobre a formação de blocos acionistas na elétrica.

Para ilustrar a coesão acionista na empresa, o antigo ministro das Finanças lembrou que "na assembleia-geral todas as propostas foram aprovadas por 99,9%, o que significa que existe uma grande convergência dos acionistas da empresa em relação à gestão, estratégia e modelo de 'governance' da empresa".

A China Three Gorges continua a ser o maior acionista da EDP, desde a privatização da elétrica, com a aquisição de uma participação de 21,35% ao Estado português.

Os acionistas da EDP aprovaram hoje as contas relativas ao exercício de 2015 e a distribuição dos resultados, um dividendo de 18,5 cêntimos por ação relativa ao ano em que o lucro da elétrica caiu 12% para 913 milhões de euros.

Na reunião magna, foi ainda aprovado a política de remuneração dos membros do conselho de administração executiva e dos membros dos outros órgãos sociais.

O presidente executivo, António Mexia, passará a ganhar 800 mil euros anuais já em 2016, face aos 600 mil em 2015, a que se soma uma componente variável, que pode ser o dobro da parte fixa, e depende da avaliação do desempenho do conselho executivo, podendo chegar aos 2,6 milhões de euros anuais.

Os restantes membros do conselho executivo também foram aumentados: o administrador financeiro (CFO), Nuno Alves, e o presidente da EDP Renováveis, Manso Neto, vão receber 560 mil euros de remuneração fixa anual cada. Os restantes elementos do conselho de administração executivo têm uma remuneração de 480 mil euros.

Este aumento foi proposto pela comissão de vencimentos, na sequência de um estudo realizado pela consultora Mercer, com o objetivo de alinhar as remuneração dos gestores pela prática nas empresas comparáveis a nível europeu.

Sobre o aumento das remunerações, Eduardo Catroga disse que a proposta foi aprovado por 99,999% do capital representado, realçando que "a EDP hoje é uma empresa dos seus acionistas que são soberanos nestas e em outras matérias".

Também a remuneração do presidente do Conselho Geral de Supervisão foi revista: de 490,5 mil para 515 mil euros por ano a partir de 2016.

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