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Banco de Portugal segue regras "de coimas de trânsito”, acusa Ricardo Salgado

Segunda acusação do regulador financeiro aos ex-gestores do Banco Espírito Santo já teve direito a reação. Visados falam em “manifesta parcialidade” no processo.

Banco de Portugal segue regras "de coimas de trânsito”, acusa Ricardo Salgado

Poucas horas depois de ser conhecida a segunda acusação do Banco de Portugal aos antigos líderes do império Espírito Santo, surge a resposta dos visados. Num documento assinado pelos alvos do processo de contraordenações citado pelo Diário Económico, nomes como Ricardo Salgado lança acusações ao regulador português.

"O Banco de Portugal pretende aplicar coimas de milhões de euros, seguindo trâmites simplistas de coimas de trânsito", afirma o comunicado, falando de “manifesta parcialidade” na abertura do processo.

"Ao contrário do procedimento que foi seguido pelo próprio Banco de Portugal em outros casos, desta vez, o Banco de Portugal acusou sem manter as aparências de ouvir, previamente, os envolvidos antes de os constituir arguidos."

"Este retrocesso não surpreende, pois o Banco de Portugal há muito que anunciou o seu pré-julgamento sobre o caso BES, o qual se tem vindo a ‘formalizar' em ditos processos de contra ordenação", acrescentam os advogados de defesa.

O regulador do sistema financeiro português acusa 18 ex-gestores do BES de contraordenações, com especial atenção para Ricardo Salgado, Amílcar Morais Pires e Rui Silveira. As possíveis irregularidades referem-se à falta de cobertura de risco e não-reconhecimento das perdas associadas à operação do Banco Espírito Santo Angola.

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