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"As exportações não são o porta-aviões de nenhum Governo"

O ministro da Economia, António Pires de Lima, afirmou hoje, em Vila Nova de Famalicão, que em 2014 Portugal exportou mais do que importou pelo terceiro ano consecutivo.

"As exportações não são o porta-aviões de nenhum Governo"
Notícias ao Minuto

17:17 - 10/02/15 por Lusa

Economia Pires de Lima

"Em 2014, a nossa balança comercial não é deficitária", referiu, adiantando que deverá apresentar um saldo positivo idêntico ao do ano anterior.

Em 2014, as exportações terão crescido cerca de 3%, sublinhou

O governante acrescentou que para encontrar igual performance [crescimento três anos seguidos das vendas ao exterior] das exportações portuguesas seria preciso recuar "pelo menos" 70 anos.

Pires de Lima criticou ainda os que, "em tom jocoso", chamam à aposta na política exportadora "o porta-aviões" do Governo.

"As exportações não são o porta-aviões de nenhum Governo e de nenhum governante. O Governo não exporta. O nosso papel é facilitar a vida às empresas, é abrir mercados, é ajudar as empresas a afirmarem-se", referiu.

Lembrou que 2014 foi "o melhor ano de sempre" para as exportações portuguesas de bens e serviços, com um volume que poderá ascender a 70 mil milhões de euros.

Pires de Lima falava durante a conferência "Portugal 2020 - o financiamento às empresas - empreender, Inovar e Internacionalizar", uma iniciativa da AICEP Portugal Global e do IAPMEI para apresentar os novos instrumentos de apoio à capacitação competitiva e à internacionalização das empresas, no âmbito do novo quadro de financiamento empresarial para os próximos seis anos.

Nesse período, as empresas portuguesas terão à disposição cerca de 21 mil milhões de euros, dinheiro que Pires de Lima classificou como um "instrumento essencial" que Portugal "não pode desperdiçar".

O ministro lembrou que mais de 40 por cento dos fundos serão destinados ao eixo da competitividade e da inovação.

Apontando as exportações como um dos motores que está a "puxar" por Portugal, Pires de Lima afirmou que a economia portuguesa "está a recuperar e a crescer de forma sustentada", fruto do arrojo e do empreendedorismo das empresas.

Nesse sentido, apelou para que não se confunda a "legítima" crítica política aos governantes com a "desqualificação e desvalorização" do trabalho das empresas e dos empresários.

[Notícia atualizada às 17h48]

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