Cerca de meia hora após a abertura dos mercados na Europa, as perdas oscilavam entre os 0,14% de Milão (FTSE MIB) e os 0,49% de Paris (CAC 40). Madrid (IBEX 35) cedia 0,37%, Frankfurt (DAX) derrapava 0,18% e a bolsa de Londres (FTSE 100) deslizava 0,17%.
Lisboa invertia a tendência de abertura, em que ganhava ligeiros 0,04%, e seguia a tendência ao desvalorizar 0,45% para 7.767,48 pontos.
De acordo com a Bloomberg, as ações europeias estão a recuar no meio de uma séria de leituras sobre a inflação de algumas das maiores economias da zona euro e no dia em que são divulgados os dados da inflação nos EUA, os quais podem indicar a rapidez como a Fed norte-americana pode ajustar as taxas de juro em baixa.
A inflação anual em França caiu uma décima de ponto percentual em agosto, para 0,9%, sobretudo devido à desaceleração do aumento dos preços dos serviços, sobretudo dos transportes, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INSEE), segundo dados provisórios.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga hoje a estimativa rápida do Índice de Preços no Consumidor em Portugal relativo a agosto.
A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,26% para 42.718,47 pontos.
O segundo indicador, o Topix, também encerrou a sessão a perder 0,47% para 3.075,18 pontos.
O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.
Em sentido inverso, o índice de referência de Xangai ganhou hoje 0,37%, para 3.857,93 pontos,
Na véspera, Wall Street encerrou em alta, impulsionada pela revisão acima da expectativa do PIB dos EUA no segundo trimestre e após os resultados da Nvidia, gigante norte-americana de semicondutores.
Após um início de sessão hesitante, os índices alargado S&P 500 (+0,32%) e industrial Dow Jones (+0,16%) atingiram no fecho novos máximos, subindo para os 6.501,86 pontos e 45.636,90 pontos, respetivamente. O índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,53%, para os 21.705,16 pontos.
O preço do barril de Brent, que é referência para a Europa, para entrega em outubro terminou na quinta-feira a subir 0,84%, para os 68,62 dólares.
Já o euro, subiu face ao dólar, aproximando-se da barreira dos 1,17 dólares, quando foi anunciado que todos os membros do Conselho do BCE se manifestaram a favor da manutenção das taxas de juro em 2%.
O sentimento económico diminuiu ligeiramente na zona euro em agosto, mas as expectativas de emprego melhoraram, revelam dados divulgados na quinta-feira pelos serviços da Comissão Europeia.
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