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A pensar em 'investir' em Certificados de Aforro? Perceba como começar

A DECO PROteste esclarece algumas dúvidas sobre estas contas, que permitem ver o saldo "engordar" à conta dos juros.

A pensar em 'investir' em Certificados de Aforro? Perceba como começar

Numa altura em que os dados económicos provocados por uma pandemia ainda se estão ‘a pagar’, assim como novas crises económicas estão ‘à espreita’ com a instabilidade a nível nacional, poupar pode parecer mais difícil do que se esperava.

No entanto, para quem o quer – e consegue – fazer com o menor risco possível, os Certificados de Aforro podem ser uma boa solução.

No seu site, a DECO PROteste explica como subscrever, consultar e resgatar estes certificados, que dado que têm capital garantido, “todo o dinheiro que aplicar em certificados ficará seguro, e a poupança ainda sai enriquecida com juros, que estão indexados à Euribor a 3 meses e que capitalizam de três em três meses”.

Como abrir uma conta aforro?

Segundo aponta os especialistas, abrir uma conta deste tipo não significa ter de abrir uma nova conta bancária. “Esta é uma conta aberta na Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), a entidade que gere a dívida pública portuguesa, que não é um banco, e que serve especificamente para a subscrição de títulos do Tesouro, como os Certificados de Aforro e os Certificados do Tesouro”, explica, acrescentando que a abertura da conta aforro poderá ser feita presencialmente num balcão CTT, num Espaço Cidadão ou então online, no Banco BiG. Através da internet, pode efetuar o registo no IGCP – porém, se já o tiver, pode associar o seu registo no IGCP à conta BiG, sem necessidade de deslocações ou formulários.

De que documentos precisa?

  • Modelo 701 preenchido (peça formulário ao balcão);
  • Documento de identificação pessoal e fiscal;
  • Comprovativo de morada;
  • Comprovativo de que é titular de uma conta bancária;
  • Comprovativo de profissão ou de existência de uma entidade patronal (se aplicável)

Quantos titulares pode ter ter esta conta?

Apenas um. Tal como explica a associação, cada titular tem de ter a sua conta aforro.

É só para adultos?

Não. Uma conta aforro pode ser aberta para um menor, desde que o processo seja levado a cabo pelo seu representante legal, que deve ter como prová-lo. “Nestes casos, o representante legal tem ainda de preencher mais dois formulários (modelo 701-A e modelo 711). Além disso, a criança tem de ser também titular da conta bancária cujo IBAN é fornecido no momento da subscrição da conta aforro (a conta bancária pode ter outros titulares além da criança)”, lê-se na página.

Subscrever certificados de aforro

“Os Certificados de Aforro são disponibilizados à unidade, correspondendo cada unidade a uma aplicação de 1 euro. Defina o montante a aplicar e subscreva essa quantidade de Certificados de Aforro. Por exemplo, se deseja aplicar 1000 euros, terá de subscrever 1000 unidades de participação”, explicam os especialistas no site. Os certificados de aforro podem ser subscritos no Banco BiG, CTT, Espaços Cidadão e na plataforma digital do Estado Aforro Net.

Valores de subscrição

Para a subscrição de Certificados de Aforro tem de se aplicar no mínimo 100 euros, e podem ser subscritos, no máximo, 50 mil unidades, ou seja, podem ser aplicados, no máximo, 50 mil euros em Certificados de Aforro. “Para quem tem Certificados de Aforro da série E, o total de unidades subscritas das duas séries não pode ultrapassar 250 mil”, alertam ainda.

Como consultar certificados de aforro?

“Se não quiser deslocar-se aos CTT sempre que desejar consultar o saldo da sua aplicação, pode aderir ao sistema Aforro Net e monitorizar, à distância, a evolução da sua poupança. Através do Aforro Net, pode também efetuar novas subscrições de Certificados de Aforro”, dão ainda conta.

E quando ‘mexer’ nos certificados?

O montante aplicado nos primeiros meses não pode ser resgatado nos primeiros três meses e, após esse período os juros são capitalizados e “engordam” o saldo. “Se mantiver os certificados, é esse saldo que passa a capitalizar juros nos três meses seguintes. Ou seja, há um reinvestimento automático. Na prática, o saldo vai crescendo a cada três meses, até ao momento em que decida resgatar os certificados. Por isso se diz que os juros capitalizam, já que passam, eles próprios, a render juros também”, explicam.

Na mesma página, a DECO PROteste dá ainda conta de como reforçar e resgatar os certificados de aforro, que pode consultar aqui.

Leia Também: Tem os seus dados bancários desatualizados? Já não há desculpa para isso

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