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Portugal foi o 2.º maior exportador para Angola no 3.º trimestre de 2023

O saldo da conta corrente de Angola manteve-se superavitário, fixando-se em 2,5 mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros), no terceiro trimestre de 2023, com Portugal a ser o segundo maior exportador para o país.

Portugal foi o 2.º maior exportador para Angola no 3.º trimestre de 2023
Notícias ao Minuto

17:01 - 28/12/23 por Lusa

Economia Exportações

O comportamento da conta corrente foi influenciado, "essencialmente, pelo aumento do saldo da conta de bens e pelo desagravamento dos saldos deficitários das contas de serviços, rendimentos primários e secundários", diz o Relatório da Balança de Pagamentos e Posição do Investimento Internacional referentes ao terceiro trimestre de 2023.

De acordo com o documento disponibilizado pelo Banco Nacional de Angola (BNA), a que a Lusa teve hoje acesso, o saldo da conta de bens passou de 4,6 mil milhões de dólares (4,1 mil milhões de euros) no trimestre anterior para 6,2 mil milhões de dólares (5,6 mil milhões de euros) no trimestre em análise.

As receitas de exportação, nos meses de julho, agosto e setembro de 2023, aumentaram em 17,3%, fixando-se em 9,8 mil milhões de dólares (8,8 mil milhões de euros) contra os 8,3 mil milhões de dólares (7,4 mil milhões de euros) do trimestre anterior.

"O referido aumento é justificado essencialmente pelo aumento da receita de exportação de petróleo bruto, de gás e dos diamantes", lê-se no relatório do BNA.

No domínio das importações de bens, neste período, o banco central angolano refere que o valor dispendido foi de 3,5 mil milhões de dólares (3,1 mil milhões de euros), representando uma diminuição de cerca de 4,1% em relação ao trimestre anterior.

Os principais parceiros comerciais de Angola, no que diz respeito à procedência das importações, foram a China, com uma quota de 13%, seguido de Portugal (10,4%), Togo (10%), os Emirados Árabes Unidos (7,9%) e a Itália, com 6,7%.

A conta de serviços apresentou, no terceiro trimestre de 2023, uma redução do seu saldo deficitário na ordem de 13,8% ao passar de 1,8 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) no segundo trimestre para 1,6 mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros) no trimestre em análise.

Leia Também: Falta de matéria-prima ameaça sustentabilidade do setor da pasta e papel

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