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Férias de Ano Novo? Portugueses preveem gastar mais este ano

Além disso, aumenta a intenção de passar férias de Ano Novo no estrangeiro. 

Férias de Ano Novo? Portugueses preveem gastar mais este ano
Notícias ao Minuto

13:18 - 22/12/22 por Notícias ao Minuto

Economia despesas

Os portugueses preveem gastar mais nas férias de final de ano, estimando uma média de 319 euros, de acordo com dados do estudo Observador Cetelem Natal 2022, divulgado esta quinta-feira. Além disso, aumenta a intenção de passar férias de Ano Novo no estrangeiro. 

Segundo o estudo, "15% dos portugueses confirmam que tencionam ir de férias no período do Natal e Ano Novo, um valor semelhante face ao ano anterior (+1 p.p.)", pode ler-se num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso.

Dos que pretendem ir de férias, 8% referem que vão viajar e passear e 6% vão aproveitar para visitar a família. Cerca de 39% dos inquiridos que não vão de férias neste período, admitem que não vão por questões financeiras - um aumento de 19 p.p. comparado com 2021.

Gastos ascendem a 319 euros (em média)

Em média, os inquiridos que vão de férias neste período de Natal ou de Ano novo planeiam gastar 319 euros, mais 80 euros face ao ano anterior (239 euros em 2021).

"Os inquiridos mais velhos, com idades compreendidas entre os 55 e os 74 anos, são os que procuram gastar mais nas suas férias, cerca de 371 euros. Já os inquiridos na faixa etária dos 35 aos 44 anos são os que pretendem gastar menos, aproximadamente 274 euros; seguindo-se os mais jovens, até aos 24 anos (295 euros)", pode ler-se. 

A nível regional, os residentes da região Sul são os que preveem gastar mais nestas férias (351 euros), seguindo-se os residentes da região Centro (330 euros) e da região Norte (323 euros).

Relativamente ao local onde irão passar as férias, a maior parte dos portugueses inquiridos que pretendem ir de férias escolhe fazê-lo em Portugal (59%), ao passo que 48% vão procurar aproveitar as suas férias no estrangeiro, sendo mais comum entre os mais jovens até aos 24 anos (65%) e 34 anos (51%).

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