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"País tem condições" para avançar com alta velocidade "sem sobressaltos"

O primeiro-ministro afirmou hoje que o país tem "condições financeiras" para assumir o projeto da alta velocidade Lisboa-Porto-Vigo "com tranquilidade" e sem "sobressaltos que o ponham em causa", sublinhando que reuniu uma "larguíssima maioria".

"País tem condições" para avançar com alta velocidade "sem sobressaltos"

"O país tem hoje condições financeiras para poder assumir este projeto com a tranquilidade" que não haverá "sobressaltos que o ponham em causa", declarou o primeiro-ministro, António Costa. 

O governante, que marcou presença de manhã no terminal ferroviário de Campanhã, no Porto, para a apresentação do projeto de alta velocidade para ligação de Lisboa ao Porto e Porto a Vigo (Espanha), salientou que infraestruturas como esta "transcendem qualquer maioria". 

"Os grandes projetos estruturantes, a rodovia, ferrovia e aeroportuária têm de ser objeto de grande consenso nacional, validados na Assembleia da República e ter, pelo menos, o apoio de dois terços", disse, sublinhando que o projeto reuniu uma "larguíssima maioria" na AR.

Destacando que o projeto de alta velocidade é "essencial" para responder às "necessidades de desenvolvimento" do país e que o mesmo tem "potencial para o futuro do futuro" de Portugal, António Costa disse ter "confiança" de que os investimentos levados a cabo por este Governo são "soluções para o futuro e não problemas que ficam para outros resolver". 

"Estamos a deixar soluções para os que nos sucederem", destacou, dizendo haver "condições" para, nesta legislatura, as três obras serem iniciadas e "seguirem viagem". 

Aos presentes na apresentação do projeto de alta velocidade, o primeiro-ministro garantiu que, apesar dos "tempos exigentes", o futuro do país "não tem perdido o norte", lembrando ser preciso "recordar como foram ultrapassados os momentos mais difíceis da pandemia".

"O que fizemos na pandemia é o que temos de fazer agora. Apoiar o presente e abrir o futuro ao futuro", referiu.

Quanto à ferrovia, a qual considerou o "parente pobre do investimento feito nas últimas décadas" no país, o primeiro-ministro disse não ser possível "resolver o que foi feito", mas "fazer o que falta".

Elencando os investimentos na melhoria das linhas, o primeiro-ministro lembrou também o concurso público para aquisição de composições, o qual, considerou, "não pode ser só visto como um investimento para o país ter novas composições, mas como uma enorme oportunidade para a indústria nacional". 

António Costa reforçou ainda que o projeto da alta velocidade "une e serve o país", bem como "reforça a fachada atlântica", admitindo que a ligação entre o Porto e Vigo é o "primeiro passo" para a integração da ferrovia portuguesa na rede ibérica de alta velocidade. 

[Notícia atualizada às 12h12]

Leia Também: Nova linha de alta velocidade ligará Porto a Lisboa em 1h15

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