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Bolsa de Lisboa em baixa com CTT a liderar perdas a cair 3,21%

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com todos os 15 títulos do PSI a caírem, liderados pelos dos CTT, que recuavam 3,21% para 2,71 euros.

Bolsa de Lisboa em baixa com CTT a liderar perdas a cair 3,21%
Notícias ao Minuto

10:36 - 23/09/22 por Lusa

Economia Bolsas

Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI descia 1,70% para 5.581,72 pontos, com 15 'papéis' a desceram de cotação.

Às ações dos CTT seguiam-se as da Greenvolt e da EDP Renováveis, que se desvalorizavam 2,74% para 8,53 euros e 2,43% para 22,46 euros.

As ações do BCP, Galp e Mota-Engil eram outras das que mais desciam, designadamente 2,15% para 0,14 euros, 2,10% para 9,80 euros e 1,90% para 1,13 euros.

As ações da Sonae, Semapa e Navigator também se desvalorizavam mais de 1%, já que estavam a cair 1,83% para 0,89 euros, 1,54% para 12,76 euros e 1,51% para 3,38 euros.

No mesmo sentido, as ações da Altri, Corticeira Amorim e Jerónimo Martins desciam 1,47% para 5,03 euros, 1,41% para 9,12 euros e 1,20% para 21,46 euros.

As cotações das outras três ações perdiam entre 0,06% e 0,80%.

O PSI (Portugal Stock Index) é desde 21 de março o principal índice da Bolsa de Lisboa com uma primeira carteira composta por 15 das 19 empresas que integravam o antecessor PSI20.

Na Europa, as principais bolsas europeias estavam hoje em baixa, ainda a reagir à subida das taxas de juro da Reserva Federal dos EUA (Fed) em 75 pontos base, decidida na quarta-feira.

Além de ter subido as taxas de juro, a Fed advertiu que as vai continuar a subir até que a inflação esteja controlada e antecipou que o preço do dinheiro deverá avançar para 4,4% em finais de 2022, acima do previsto em junho, e 4,6% em 2023.

Outros bancos centrais, como por exemplo o Banco de Inglaterra e o Banco Nacional da Suíço seguiram o caminho da Fed.

Pelo contrário, o Banco do Japão manteve as taxas de juro, apesar do iene se manter em mínimos face ao dólar.

Na sequência da decisão da Fed, cujas taxas diretoras passaram a estar no intervalo entre 3% e 3,25%, o nível mais alto nos últimos 14 anos, o euro continuou hoje a cair e abaixo da paridade com o dólar, ao descer para 0,9796 dólares, um novo mínimo desde novembro de 2002.

Ainda no rescaldo da decisão da Fed e tendo em conta a manutenção das tensões geopolíticas, depois de o Presidente da Rússia, Vladímir Putin, ter anunciado também na quarta-feira uma "mobilização parcial" de tropas russas para combater na Ucrânia e ter lançado ameaças nucleares, os juros das dívidas soberanas acentuavam hoje a escalada.

Na quinta-feira, a Bolsa de Wall Street terminou em baixa, com o Dow Jones a descer 0,35% para 30.076,68 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro deste ano.

O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 1,37% para 11.066,80 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro do ano passado.

A nível cambial, o euro abriu em baixa, abaixo da paridade, no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 0,9796 dólares, um novo mínimo desde novembro de 2002, contra 0,9846 na quinta-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em novembro abriu com tendência descendente no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 89,85 dólares, contra 90,46 dólares na quinta-feira, depois de ter descido até ao mínimo de 88,00 dólares em 07 de setembro.

Leia Também: Um em cada três já está a reduzir os gastos com bens de 1.ª necessidade

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