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Angola. Agências de transportes arrecadaram 203 milhões nos últimos anos

As cinco agências do Ministério dos Transportes de Angola arrecadaram nos últimos cinco anos 95,3 mil milhões de kwanzas (203,4 milhões de euros), período marcado por uma redução de receitas, em 2020, devido ao covid-19.

Angola. Agências de transportes arrecadaram 203 milhões nos últimos anos
Notícias ao Minuto

21:34 - 04/07/22 por Lusa

Economia Angola

Os dados foram hoje avançados pelo secretário-geral do Ministério dos Transportes, Miguel Pereira, quando apresentava no primeiro dia do 14º conselho consultivo do departamento ministerial, que decorre até terça-feira, na província do Namibe, o balanço orçamental e financeiro nos últimos cinco anos.

O Ministério dos Transportes conta com as Agência Marítima Nacional (AMN), da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), a Autoridades Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA).

No que se refere às despesas, essas agências registaram um volume na ordem dos 90 mil milhões de kwanzas (192,1 milhões de euros) no período em referência.

"Em 2020 é notório o pico das receitas e o aumento das despesas neste mesmo ano, que tem a ver com as despesas realizadas no âmbito da prevenção da covid-19", salientou o secretário-geral do Ministério dos Transportes de Angola.

Segundo Miguel Pereira, ao longo do período de reforma o Ministério dos Transportes apresentou uma previsão de despesas na ordem dos 2,5 mil milhões de kwanzas (5,3 milhões de euros), mas o Ministério das Finanças "efetuou ligeiros cortes às previsões".

"Ao longo do quinquénio, o Ministério dos Transportes recebeu de quota financeira (recursos que o Ministério das Finanças canaliza para a execução de despesas) do Ministério das Finanças 1,1 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões de euros)", realçou.

Por sua vez, o diretor do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística, Guilhermino Narciso, ao apresentar o setor em números, disse dados recolhidos até maio deste ano apontam que o principal modal para o transporte de passageiros continua a ser por excelência o ferroviário, com um peso de 96% no último quinquénio.

Guilhermino Narciso realçou que para a carga, o modal marítimo portuário é o principal meio de transporte, com uma quota média de 93%, com um registo cumulativo de 54 milhões de toneladas até maio do presente ano.

No período em referência foi registado um total de 500,8 milhões de passageiros transportados, 18% abaixo do previsto pelo ministério, que era 612 milhões de passageiros.

No que se refere à carga, a previsão era de 38 milhões de toneladas e registou-se no período entre 2018 e 2021, no seu agregado, o manuseamento de 42,8 milhões de toneladas, ou seja, 10% acima do previsto até os finais de 2021.

O subsetor da aviação civil, de acordo com Guilhermino Narciso, foi um dos mais afetados pela pandemia da covid-19, registando um défice de mil milhões de kwanzas (2,1 milhões de euros) nos seus resultados líquidos, "fortemente influenciado por esse contexto pandémico".

Leia Também: Presidente angolano diz que país está empenhado nas relações com EUA

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