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OE fecha "crise política desnecessária e prejudicial" e abre "novo ciclo"

Depois da intervenção do ministro das Finanças, segue-se a votação do Orçamento do Estado para 2022.

OE fecha "crise política desnecessária e prejudicial" e abre "novo ciclo"

O ministro das Finanças, Fernando Medina, disse, esta sexta-feira, no Parlamento, que a aprovação do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) encerra o último capítulo da crise política iniciada há sete meses com o 'chumbo' da proposta do anterior Governo, ao mesmo tempo que abre um "novo ciclo".

"Hoje, este Parlamento encerrará o último capítulo de uma crise política desnecessária e prejudicial. Hoje, este Parlamento aprovará o orçamento de que o país precisa com urgência. Hoje, recuperamos a estabilidade e a normalidade do funcionamento do Estado", disse o ministro das Finanças, naquela que é a última intervenção antes da aprovação do documento. 

"Prometemos que seríamos uma maioria de diálogo, somos uma maioria de diálogo", disse, ainda, salientando a retoma do "processo regular de governação em Portugal", onde "todos os que quiseram dialogar contaram com uma porta aberta".

"Faz hoje precisamente sete meses que as oposições de uniram" para chumbar o OE2022, começou por lembrar o ministro das Finanças, adiantando que foi aberta uma "crise política no pior momento possível"

Na opinião do ministro das Finanças, o país "precisa com urgência deste orçamento", mas a "economia nacional tem revelado um dinamismo inegável", justificando com dados do mercado de trabalho e do turismo.

Medina fala num "novo ciclo"

"Com a aprovação do orçamento abre-se um novo ciclo na ação do Governo, um novo ciclo na construção de uma economia robusta, sustentável e justa, com um estado social forte e moderno. Um novo ciclo assente nas reformas necessárias à resposta concreta a problemas efetivos do país", disse o ministro das Finanças. 

O processo do OE2022 termina hoje com a aprovação garantida em votação final global graças à maioria absoluta do PS, após quatro dias de votações e debate na especialidade.

A aprovação do orçamento está já garantida com a maioria absoluta do PS, sendo previsível que se repita a votação na generalidade, com os votos contra de PSD, Chega, IL, PCP e BE e a abstenção do Livre e do PAN.

Leia Também: Tavares destaca "caminho feito" mas pede debate sobre medidas rejeitadas

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