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Miguel Maya: "É imperativo reduzir dívida pública em percentagem do PIB"

O presidente executivo do BCP, Miguel Maya, defendeu hoje ser imperativo reduzir a dívida pública em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), uma vez que o país está "muito vulnerável" a eventos externos.

Miguel Maya: "É imperativo reduzir dívida pública em percentagem do PIB"
Notícias ao Minuto

15:32 - 11/03/22 por Lusa

Economia PIB

imperativo reduzir com intensidade a dívida pública em percentagem do PIB. Estamos muito vulneráveis a eventos externos e dependentes de terceiros", afirmou Miguel Maya, que falava na conferência "Portugal: Objetivo Crescimento", organizada pela Ordem dos Economistas, que decorre em Lisboa.

Este responsável disse ser importante a adoção de incentivos que fomentem a inovação e estimulem a capacidade de as empresas serem competitivas, bem como ajudas que promovam a retenção de talento em "áreas determinantes" para a afirmação das empresas nacionais, "num mundo global e digital".

Ao nível ambiental, o presidente executivo do BCP afirmou que é necessária cooperação, notando que de nada valerá Portugal ser excecional ao nível da descarbonização, quando existe um grupo que representa mais de metade das emissões de dióxido de carbono (CO2).

"É vital haver pontos de diálogo entre os diversos blocos. O desafio ambiental não pode ser resolvido sem diálogo", vincou.

Já no que se refere ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), considerou ser "indispensável uma utilização bem conseguida", de modo a reforçar a competitividade das empresas e prepará-las para os desafios futuros.

Assim, sublinhou que agora já não é tempo de discutir "se o plano é bom o mau", mas de implementá-lo com rigor e transparência.

Na sua intervenção inicial, Miguel Maya abordou também o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, referindo que as primeiras projeções do impacto da guerra devem mostrar "um efeito moderado" na economia, contudo, à medida que o conflito se agrava, "a cada projeção, o cenário será mais gravoso".

Leia Também: Juros da dívida sobem a dois, cinco e a 10 anos

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