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Trabalhadores da CGD marcam greve ao trabalho extraordinário

A greve foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD e vai prolongar-se até meados de janeiro.

Trabalhadores da CGD marcam greve ao trabalho extraordinário

Os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) marcaram uma grave ao trabalho extraordinário que começará já na próxima semana, no dia 13 de dezembro, justificando que "não aceitam esta contínua degradação dos seus interesses e da sua dignidade". A greve foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD.

"O STEC, a Organização Sindical mais representativa dos trabalhadores do Grupo CGD, convocou uma greve no Grupo CGD à prestação de trabalho suplementar no período das 00h00 (zero horas) do dia 13 de dezembro de 2O21 às 24h00 do dia 14 de janeiro de 2O22", pode ler-se num comunicado enviado às redações.

Os funcionários, diz o sindicato, "não aceitam esta contínua degradação dos seus interesses e da sua dignidade. São diariamente explorados, acumulando o trabalho de dois e três trabalhadores, sem horário de saída, sem descanso, sem perspetivas, realizando anualmente milhares de horas extra não pagas".

"Os trabalhadores da CGD, não estão dispostos a abdicar do seu direito à saúde e à conciliação da vida pessoal, familiar e profissional estabelecido na Constituição da República e no próprio Código de Conduta da CGD, valores, aliás, amplamente distinguidos nos sucessivos Relatórios de Sustentabilidade da Empresa", pode ler-se na mesma nota. 

Com esta greve, os trabalhadores pretendem lutar pelo "cumprimento do horário máximo de trabalho, que consta no Acordo de Empresa e no Acordo Coletivo de Trabalho", pelo "cumprimento integral de uma hora de descanso para almoço" e, ainda, para exigir que a administração controle o "horário de trabalho em todos os locais de trabalho", de modo a garantir o "reconhecimento inequívoco do trabalho prestado e o seu devido pagamento". 

Além disso, servirá também para "exigir o fim das práticas de pressão e de assédio que levam a um clima de medo que se está a viver em toda a CGD no que respeita às relações de trabalho". 

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