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Bolsas europeias em alta, depois das perdas da semana passada

As principais bolsas europeias negociavam hoje em alta, depois das fortes perdas da semana passada provocadas pelo medo dos investidores da propagação da nova variante Ómicron e dos efeitos que pode ter na recuperação económica.

Bolsas europeias em alta, depois das perdas da semana passada
Notícias ao Minuto

08:58 - 06/12/21 por Lusa

Economia Bolsas

Cerca das 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,66% para 465,81 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt subiam 0,75%, 0,45% e 0,83%, bem como as de Madrid e Milão que se valorizavam 0,89% e 0,79%, respetivamente.

Depois de abrir em alta, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência, estando cerca das 08:50, o principal índice, o PSI20, a subir 0,48% para 5.443,32 pontos.

Desde 26 de novembro, quando foi identificada a variante da covid-19 Ómicron, os mercados têm estado muito voláteis.

A descoberta desta nova variante surge num momento em que os contágios com o novo coronavírus estão a aumentar significativamente em todo o mundo.

Esta semana, os dados macroeconómicos mais importantes serão nos Estados Unidos a inflação de novembro e o índice do sentimento do consumidor da Universidade de Michigan.

A bolsa de Nova Iorque terminou em baixa na segunda-feira, com o Dow Jones a cair 0,17% para 34.580,08 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.432,22 pontos, registado em 08 de novembro.

O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 1,92% para 15.085,47 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos em 19 de novembro.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1285 dólares, contra 1,1315 dólares na sexta-feira e 1,1196 dólares em 24 de novembro, um mínimo desde julho de 2020, e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em fevereiro abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mas a cotar-se a 71,47 dólares, contra 69,88 dólares na sexta-feira e 85,65 dólares em 26 de outubro, um máximo desde outubro de 2018 (quando subiu até 86,43 dólares).

Antes do aparecimento da nova variante da covid-19, os especialistas não excluíam que o Brent pudesse atingir 90 dólares por barril antes do final do ano.

Leia Também: Bolsa de Lisboa em alta com as duas EDP a liderar ganhos

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