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Finanças pessoais: Portugueses temem que impacto da pandemia se prolongue

Estudo revela que os portugueses temem que o impacto da Covid-19 nas suas finanças pessoais se prolongue por mais um ano.

Finanças pessoais: Portugueses temem que impacto da pandemia se prolongue

O estudo European Consumer Payment Report (ECPR) da Intrum, divulgado no início da semana, revela que mais de metade dos portugueses esperam que demorará mais um ano até que a pandemia deixe de ter impacto negativo nas suas finanças pessoais.

Em comunicado, a Intrum explica que "55% dos inquiridos portugueses acredita que levará pelo menos um ano até que a pandemia deixe de ter um impacto negativo nas suas finanças, valor superior à média europeia, de 49%". 

Apesar da melhoria que se verificou este ano, a incerteza ainda é uma realidade: 

"Embora a normalidade esteja a voltar à Europa com a reabertura de restaurantes e teatros, com os funcionários a voltar aos seus escritórios, o estudo da Intrum revela que a pandemia lançou uma sombra sobre o bem-estar financeiro dos consumidores", pode ainda ler-se. 

A pandemia da Covid-19 afetou desproporcionalmente os jovens e as pessoas com baixos rendimentos, com 48% dos portugueses a considerarem que estão agora mais pobres do que antes da crise sanitária, de acordo com o mesmo estudo

No estudo, a Intrum concluiu que "que 40% dos portugueses afirmam que após o pagamento das contas lhes sobra menos de 10% do seu rendimento, sendo provável que muitos tenham dificuldades em suportar um aumento geral nos preços".

Por outro lado, "sobre a capacidade de pagar as contas nos prazos, o estudo revela que 23% dos portugueses afirmam que pelo menos uma vez nos últimos 12 meses, não ter feito o pagamento no prazo acordado, situação que ocorre com caráter regular para 31% dos inquiridos, valor substancialmente abaixo da média europeia, que se situa nos 44%".

Segundo o estudo, "43% dos inquiridos refere a falta de dinheiro como a principal razão para não pagar as contas nos prazos. Uma melhoria significativa em 12 pontos percentuais em comparação com 2020 (55%)", indicou a Intrum, sendo que "a média europeia situou-se nos 40%".

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