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"Boa notícia". Governo vai pedir que Península de Setúbal passe a NUT II

"É uma boa notícia para Setúbal e espero que seja uma boa notícia para a Autoeuropa", considera o primeiro-ministro.

"Boa notícia". Governo vai pedir que Península de Setúbal passe a NUT II

O Governo vai pedir que a Península de Setúbal passe a ser considerada uma NUT II, ao invés de NUT III, de modo a que não seja penalizada no futuro, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, esta sexta-feira. 

"Sabemos bem que a Península de Setúbal sendo uma NUT III é fortemente penalizada por estar integrada numa NUT II, que a recoloca numa posição desfavorável, designadamente, no regime de apoios a grandes empresas ou na atratividade de fundos comunitários", explicou o primeiro-ministro, em declarações à margem do 30.º aniversário da Autoeuropa, em Palmela. "Em fevereiro, para ultrapassar esta situação, Portugal irá solicitar que a Península de Setúbal deixe de ser NUT III e passe a NUT II para que no futuro não sofra a penalização na sua atratividade", disse o primeiro-ministro, em declarações à margem do 30.º aniversário da Autoeuropa, em Palmela. 

"É uma boa notícia para Península de Setúbal e espero que seja uma boa notícia para a Autoeuropa", acrescentou o primeiro-ministro. "Encarámos os próximos 30 anos com a confiança das provadas dadas nos 30 anos anteriores", acrescentou. 

O sistema hierárquico de divisão do território português em regiões estatísticas prevê três NUT I (Continente, Região Autónoma da Madeira e Região Autónoma dos Açores), sete NUT II (Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores) e a subdivisão destas em 25 NUT III, segundo critérios populacionais, administrativos e geográficos.

A eventual criação de uma unidade territorial mais pequena, ou NUT III, na Península de Setúbal tem sido uma reivindicação de vários autarcas, que consideram que esta alteração facilitaria o acesso desta região a fundos comunitários.

Atualmente, a Península de Setúbal, constituída por nove concelhos (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal) está integrada na Área Metropolitana de Lisboa (NUT II e III).

Por sua vez, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhou que o investimento da Autoeuropa no pais "correu bem porque mostrávamos que éramos capazes de fazer bem feito" e, mais tarde, Portugal demonstrou "consistência" e capacidade de "formar para a consistência", bem como de "inovar". 

"O conjunto de qualidades da família Autoeuropa" foi fundamental para o sucesso, considera o chefe de Estado, revelando que "começa agora um novo futuro", referindo-se ao investimento anunciado pela empresa no país. 

"A Volkswagen quer que na liderança do seu projeto futuro esteja a Autoeuropa", sublinhou o Presidente da República, adiantando que Portugal está alinhado com esta perspetiva.

"Os trabalhadores da Autoeuropa foram, são e serão excecionais", realçou, por fim, Marcelo Rebelo de Sousa, depois de deixar uma palavra de agradecimento também à administração da empresa. "No momento em que estamos a celebrar 30 anos, a Autoeuropa não para. A Autoeuropa não para", sublinhou. 

Thomas Hegel Gunther será o novo diretor-geral da Volkswagen Autoeuropa a partir de 1 de dezembro, sucedendo a Miguel Sanches, que será vice-presidente de operações da Volkswagen do Brasil e região SAM (América do Sul), foi anunciado.

A Volkswagen Autoeuropa fechou o ano de 2020 com 5.282 colaboradores e 192.000 unidades produzidas. Em Palmela, são produzidos os modelos T-Roc, Sharan e SEAT Alhambra.

[Notícia atualizada às 13h40]

Leia Também: Seat liga por comboio fábrica de Barcelona à Autoeuropa reduzindo viagens

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