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Os temas que António Costa debateu com os parceiros sociais

O primeiro-ministro marcou presenta, esta manhã de quarta-feira, na reunião Plenária da Comissão Permanente de Concertação Social.

Os temas que António Costa debateu com os parceiros sociais

Na véspera do Conselho Europeu, o primeiro-ministro António Costa esteve esta manhã na reunião Plenária da Comissão Permanente de Concertação Social.

Terminado o encontro, via Twitter, o chefe do Governo informou os seguidores sobre os temas que discutiu com os parceiros sociais.

"Debati esta manhã com os Parceiros sociais os principais temas na agenda do @EUCouncil desta semana, com destaque para a transição digital, os preços da energia e a política comercial europeia", pode ler-se na publicação.

A reunião da Concertação Social, que contou hoje com a presença do primeiro-ministro, acontece nas vésperas do Conselho de Ministros de e a uma semana da votação na generalidade da proposta de OE2022, cuja viabilização não está assegurada, uma vez que tanto o BE como o PCP ameaçaram votar contra o documento caso não haja mudanças.

O Governo já apresentou algumas propostas de alteração à legislação laboral na Concertação Social, no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, sendo a mais recente relacionada com a caducidade das convenções coletivas de trabalho.

Em concreto, o Governo propôs aos parceiros sociais a suspensão da caducidade das convenções coletivas por mais 12 meses, o que significa que esta medida poderá manter-se em vigor até março de 2024, e propôs ainda o reforço da arbitragem necessária.

O tema é uma das principais matérias das negociações no parlamento sobre o OE2022, mas o BE e o PCP querem que o Governo vá mais longe e reclamam o fim da caducidade das convenções coletivas.

Além da caducidade, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social propôs aos parceiros sociais a criminalização do trabalho totalmente não declarado e alterações nos contratos de trabalho temporários, avançando com um limite máximo até quatro renovações (contra as atuais seis).

O Governo quer ainda proibir as empresas que façam despedimentos coletivos de recorrerem ao 'outsourcing' (contratação externa) durante os 12 meses seguintes.

Leia Também: Parceiros sociais negativos sobre proposta do Governo na lei laboral

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