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"Estado forte" tem de se "libertar da burocracia e libertar os cidadãos"

"Os apoios do ministério da Economia chegaram a mais de 100 mil empresas e a verdade é que, enquanto na anterior crise, nós chegámos a taxas de desemprego de 18%, nesta crise o máximo que atingimos foi os 8%", declarou, esta manhã, António Costa.

"Estado forte" tem de se "libertar da burocracia e libertar os cidadãos"

"A Segurança Social chegou a três milhões de pessoas. Os apoios do ministério da Economia chegaram a mais de 100 mil empresas e a verdade é que, enquanto na anterior crise, nós chegámos a taxas de desemprego de 18%, nesta crise o máximo que atingimos foi os 8%". As palavras são de António Costa que, na manhã desta sexta-feira, esteve presente no evento de apresentação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a melhoria e modernização dos Serviços Públicos. 

No discurso de encerramento da cerimónia, o primeiro-ministro apontou que as medidas adotadas no âmbito da Covid-19 "foram essenciais para sustentar a vida em sociedade", como "foi essencial o SNS para acorrer aos doentes" ou "o esforço das autarquias locais". 

"Tudo isto provou que precisamos de um Estado forte, mas um Estado para ser forte tem que ser ágil, leve e eficiente", vincou o chefe de Governo, considerando ainda que este se tem de "libertar da burocracia e libertar os cidadãos e as empresas das burocracias que prejudicam a cidadania e atrofiam a Economia"

"Um Estado forte é mesmo um Estado menos burocrático", frisou António Costa, destacando que "Portugal tem estado entre os países mais bem classificados a nível mundial naquilo que é a sua capacidade de oferta de serviços digitais". É, contudo, "sempre possível e necessário ir mais além e mais rapidamente"

Neste ponto, o PRR tem "um papel fundamental", uma vez que "permite fazer mais do que ambicionávamos e, sobretudo, fazer mais rapidamente". "O relógio pode mesmo acelerar, porque temos um Plano de Recuperação e Resiliência".

"Todas estas dificuldades que vivemos e que estamos a viver não as teríamos se já tivéssemos feito aquilo que agora podemos fazer. E é este mesmo o objetivo do PRR: ficarmos agora preparados para quando tivermos uma nova eventualidade que ninguém deseja, mas que ninguém pode excluir que possa acontecer", declarou o primeiro-ministro. 

A terminar, António Costa salientou que o PRR "já não é hoje um exercício para imaginarmos", mas "está hoje consolidado num contrato que Portugal assinou com a União Europeia" e que, para cada medida, "tem um calendário contratado e metas fixadas".

"Cada tranche de financiamento depende de Portugal cumprir cada uma das metas na data prevista e contratada. Portanto, aqui só há duas hipóteses: ou cumprimos e obtemos o financiamento da União Europeia; ou não cumprimos e perdemos o financiamento. Quando a escolha é tão simples, só há um caminho a seguir", concluiu. 

[Notícia atualizada às 12h47]

Leia Também: Planos regionais sem ser "às ordens de Lisboa" é "passo enorme"

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