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ISEG revê em alta PIB para este ano e estima que possa chegar a 5%

O ISEG reviu em alta as suas previsões para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para a totalidade do ano, apontando para valores entre os 4% e os 5%, desde que se mantenha "o progresso na frente sanitária".

ISEG revê em alta PIB para este ano e estima que possa chegar a 5%
Notícias ao Minuto

15:01 - 03/09/21 por Lusa

Economia PIB

"Mantendo-se o progresso na frente sanitária e a tendência da informação económica atualmente disponível, espera-se que no 3.º trimestre o PIB possa vir a crescer entre 3,5% e 4% em relação ao trimestre homólogo e entre 1,7% e 2,2% em relação ao trimestre anterior", indicou o ISEG, numa nota hoje divulgada, com base em informação disponível até 02 de setembro.

"Em relação à totalidade do ano, o crescimento do PIB é revisto em alta para valores entre 4% e 5%", acrescentou o ISEG.

A instituição recordou a estimativa preliminar do Instituto Nacional de Estatística (INE), do segundo trimestre de 2021, "período vivido sob um progressivo desconfinamento e que compara com os trimestres economicamente mais penalizado pela pandemia", e no qual "o PIB português cresceu, em volume, 15,5% em termos homólogos e 4,9% face ao trimestre anterior".

"No trimestre, a variação homóloga da Procura Interna foi de 14,8%, fundamentalmente devido ao crescimento do Consumo Privado (17,5%), com crescimentos do Consumo Público e do Investimento perto dos 10%. A contribuição da Procura Externa Líquida para a variação homóloga do PIB foi nula", indicou o ISEG, na mesma nota.

Segundo a organização, "em julho, os indicadores de Clima e Sentimento Económico desceram com a nova vaga da pandemia e em agosto subiram com o avançar da vacinação e o fim das medidas mais restritivas", sendo que, "na Área Euro o indicador de Sentimento Económico, depois de ter subido desde janeiro, decresceu ligeiramente em agosto".

De acordo com o ISEG, "no 3.º trimestre, caracterizado por progressiva normalização da atividade, teremos assistido a um forte crescimento da atividade nos serviços, a alguma desaceleração na construção e a uma evolução incerta, mas mais provavelmente negativa, na indústria, em consequência da crise no fornecimento de semicondutores".

No que diz respeito à "Procura Interna (PI), o Consumo Privado, apesar das restrições no mercado automóvel, terá continuado a crescer em cadeia, sobretudo na procura de serviços".

No investimento, acrescentou o ISEG, "a desaceleração da Construção é provável, mas pode ter havido aceleração noutros domínios", sendo que "no âmbito da Procura Externa Líquida, espera-se, ao fim de vários trimestres, um contributo positivo para o crescimento do PIB impulsionado pela retoma parcial da procura externa turística".

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