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AHRESP saúda alargamento de horários, mas animação noturna preocupa

A secretária-geral da AHRESP, Ana Jacinto, saúda o alargamento dos horários dos estabelecimentos, mas considera que os espaços de animação noturna são uma preocupação. As discotecas vão permanecer fechadas até outubro, mas os bares podem reabrir no domingo com as regras dos restaurantes, segundo as regras definidas pelo Governo.

AHRESP saúda alargamento de horários, mas animação noturna preocupa

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) saúda o levantamento de restrições anunciado pelo Governo, na quinta-feira, principalmente o alargamento dos horários dos estabelecimentos, que passam a poder funcionar até às 2h00. Contudo, os espaços de animação noturna são ainda uma fonte de preocupação. 

"Saudámos a medida [da reposição dos horários], é positiva e vai ao encontro das medidas que a AHRESP defende", disse a secretária-geral da AHRESP, Ana Jacinto, em declarações ao Notícias ao Minuto. "Relativamente à animação noturna temos uma grande preocupação", declarou. 

As discotecas vão permanecer encerradas até outubro, mês em que poderão reabrir para clientes com certificado de vacinação contra a Covid-19 ou de recuperação da doença ou com teste negativo, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, na quinta-feira.

Relativamente à notícia de que os bares poderão abrir portas já no domingo, mas sujeitos às regras aplicadas aos restaurantes, Ana Jacinto diz que é necessário "esperar pela regulamentação para perceber em que condições podem reabrir". 

Questionada sobre as perspetivas do setor do alojamento e restauração para os próximos meses, depois deste anúncio de levantamento das restrições, a secretária-geral da AHRESP sublinha que este esforço não será suficiente para salvar o ano:

"Olhamos com muita apreensão, muita preocupação, mesmo com este alívio não salvamos nada, porque o setor está numa situação dramática", disse Ana Jacinto, acrescentando que "parte do verão já se foi" e as perspetivas, há uns meses, eram que a fase atual fosse já de retoma. 

Sobre os problemas com os certificados digitais à entrada dos estabelecimentos, Ana Jacinto diz que, quando a medida foi aprovada pelo Conselho de Ministros, "não foi dado às empresas tempo suficiente para aplicar as medidas, nem os consumidores foram devidamente informados". 

Por isso, pede uma "campanha de comunicação e de sensibilização junto dos consumidores", de modo a que estes sejam devidamente informados sobre as regras em vigor. 

Sobre as 10 medidas apresentadas pela AHRESP ao Governo, que visam compensar o alojamento turístico e a restauração dos efeitos da pandemia, Ana Jacinto disse que ainda não foi possível obter uma resposta por parte do Executivo. 

Leia Também: Covid-19: Bares podem reabrir no domingo com regras dos restaurantes

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