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Criação de empresas cresce 14,4% no 1.º semestre, com 20.926 nascimentos

A criação de novas empresas em Portugal cresceu 14,4%, no primeiro semestre, em termos homólogos, com 20.926 'nascimentos', apesar de os valores estarem abaixo dos registados antes da pandemia, revelou hoje um barómetro da Informa D&B.

Criação de empresas cresce 14,4% no 1.º semestre, com 20.926 nascimentos
Notícias ao Minuto

14:39 - 08/07/21 por Lusa

Economia Barómetro

"No primeiro semestre de 2021 foram criadas 20.926 novas empresas em Portugal, mais 14,4% do que no mesmo período do ano passado. Apesar de estarem ainda cerca de 25% abaixo dos números de 2019, antes da pandemia, estes valores mostram já alguma recuperação na atividade empreendedora", adiantou a empresa de informação sobre o tecido empresarial.

De acordo com os dados recolhidos, a recuperação está a ser feita a velocidades diferentes conforme os setores de atividade, apesar de quase todos registarem crescimento.

O setor que registou o maior número de novas empresas foi o dos serviços empresariais, com 3.615 "nascimentos", o que corresponde a um crescimento de 20%.

Já os setores das atividade imobiliárias, agricultura e outros recursos naturais, retalho e tecnologias de informação e comunicação também registaram crescimentos acima dos 30%.

No sentido oposto, o setor dos transportes teve a maior queda (-36%) nas novas empresas face ao primeiro semestre de 2020, devido à queda na procura no subsetor do transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros.

Por regiões, no continente, destacam-se os distritos de Leiria, Viana do Castelo e Santarém, com crescimentos superiores a 20%.

Porém, os maiores crescimentos registraram-se nas ilhas, com as Regiões Autónomas da Madeira (237 novas empresas) e dos Açores (mais 57) a crescerem, respetivamente, 64% e 25%.

Já os distritos de Lisboa e de Faro estão a recuperar de forma mais lenta que a maioria dos outros distritos, ambos com um crescimento de 9%.

De acordo com o barómetro, em 30 de junho existiam cerca de 525.000 empresas e outras organizações ativas em Portugal, mais 2,9% do que no início do ano.

No entanto, para estes valores contribui também a redução dos encerramentos e insolvências que se verifica desde o início da pandemia, em resultado das diversas medidas criadas pelo Estado para apoiar as empresas.

No final do primeiro semestre, ambos os indicadores mantinham a tendência de descida, com as novas insolvências a recuarem 11,3% e os encerramentos 2,5%.

Por fim, relativamente aos atrasos nos pagamentos, o alojamento e restauração é o setor que mostra um maior agravamento neste indicador, com 37 dias de atraso médio, mais sete dias do que antes da pandemia.

Na totalidade do tecido empresarial, o atraso médio é de 26,7 dias, um valor pouco superior ao que se verificava antes da pandemia (26,0).

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