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Jorge Paulo Almeida e Silva Baião é o administrador executivo do Montepio

O Banco Montepio anunciou hoje a nomeação de Jorge Paulo Almeida e Silva Baião como administrador executivo até ao final do mandato 2018/2021, com responsabilidade pelas áreas de Tecnologia, Transformação Digital, Operações e Meios.

Jorge Paulo Almeida e Silva Baião é o administrador executivo do Montepio
Notícias ao Minuto

11:32 - 22/02/21 por Lusa

Economia Montepio

Segundo um comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a nomeação de Jorge Paulo Almeida e Silva Baião como administrador executivo do Banco Montepio para o período remanescente do mandato 2018/2021 foi aprovada em reunião do Conselho de Administração realizada no passado dia 18 e na sequência da autorização concedida pelo Banco de Portugal.

De acordo com a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG), Jorge Paulo Almeida e Silva Baião "irá assumir de imediato a responsabilidade pelas áreas de Tecnologia, Transformação Digital, Operações e Meios".

O Banco Montepio anunciou, em junho do ano passado, uma aposta no reforço da digitalização e a redução de 31 balcões em Portugal, representativos de 10% da rede comercial.

Na altura, a instituição disse estar a "acelerar a transição digital", tanto internamente como na relação com os clientes, assim como a ajustar o modelo de negócio, com a "aposta em produtos com maior valor acrescentado para o cliente".

Segundo divulgou em 12 de janeiro fonte oficial do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, o banco recebeu da tutela autorização para poder despedir 400 trabalhadores até setembro de 2023, no âmbito do estatuto de empresa em reestruturação.

"O estatuto de empresa em reestruturação foi atribuído à Caixa Económica -- Montepio Geral no período até setembro de 2023 e até ao limite de 400 trabalhadores, após análise por parte do Instituto da Segurança Social e do IAPMEI e após consulta aos parceiros sociais e à Associação Portuguesa de Bancos", referiu o ministério.

Os bancos portugueses estão a preparar uma nova redução das estruturas, desde logo com saída de trabalhadores, usando o corte de custos como medida para fazer face à atual crise, à fraca rentabilidade e à digitalização das operações.

Leia Também: Banco Montepio termina 2020 com prejuízos de 80,7 milhões

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