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Venezuela inicia comercialização de aviões SIBO-100 e SIBO-200

A Venezuela anunciou que está capacitada para produzir 100 aviões ligeiros monomotores com tecnologia 100% venezuelana, Simón Bolívar 100 (SIBO-100) e Simón Bolívar 200 (SIBO-200) e iniciou uma campanha de promoção dirigida à aviação privada e comercial.

Venezuela inicia comercialização de aviões SIBO-100 e SIBO-200
Notícias ao Minuto

06:28 - 21/02/21 por Lusa

Economia Venezuela

"A capacidade atual de fabricação é de 100 aviões por ano, mas como estamos a inciar o processo, certificando atividades e procedimentos, programámos, para este ano, a fabricação (...) é de 10 aviões", disse o vice-ministro venezuelano de Transporte Aéreo aos jornalistas.

Ramón Celestino Velásquez Araguayán, que também é presidente da empresa estatal Consórcio Venezuelano de Indústrias Aeronáuticas e Serviços Aéreos SA (Conviasa, sancionada pelos EUA desde fevereiro de 2020) explicou ainda que a fabricação será feita através da filial Empresa Aeronáutica Nacional (EANSA).

"Estamos a dar um grande salto para apresentar ao país o desenvolvimento que temos em matéria aeronáutica. Por isso estamos a apresentar, numa primeira fase, as aeronaves tripuladas SIBO-100 e SIBO-200 e depois passaremos a uma segunda fase, a trabalhar com aeronaves não tripuladas (drones)".

Segundo Araguayán, está ainda prevista uma terceira fase, "a fabricação de satélites para o lançamento de órbitas baixas".

O vice-ministro de Transporte Aéreo explicou ainda que já há "empresas públicas e privadas interessadas em adquirir esta tecnologia própria dos venezuelanos" e precisou que o modelo SIBO-100 tem capacidade para dois passageiros e o SIBO-200 poderá transportar até quatro pessoas.

Entretanto, um vídeo divulgado na Internet explica que ambos aviões ligeiros monomotores podem ser usados para uso turístico, transporte de encomendas, para tirar fotografias aéreas e como táxi.

Segundo a imprensa local os aviões SIBO-100 e SIBO-200 foram desenvolvidos tendo por base as aeronaves iranianas FAJR F.3 e HESA K10 e deverão ser incorporados ao setor da aviação militar venezuelana a partir de junho de 2021 como avião de treinamento.

Leia Também: Maduro prolonga emergência energética na indústria de hidrocarbonetos

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