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TAP. "Fazemos reestruturação ou não sobrará um único posto de trabalho"

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, garantiu ainda, esta terça-feira na Assembleia da República, que as propostas dos sindicatos que representam os trabalhadores da TAP foram consideradas na elaboração do plano de reestruturação e que continuam a ser.

TAP. "Fazemos reestruturação ou não sobrará um único posto de trabalho"

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, apresenta, esta terça-feira, no Parlamento o plano de reestruturação da TAP. O governante vai responder às questões colocadas pelos deputados no âmbito do requerimento de audição potestativo e com caráter de urgência apresentado pelo Bloco de Esquerda (BE).

"Queremos e temos como única preocupação salvar a TAP", começou por dizer o ministro das Infraestruturas. "Ou conseguimos fazer esta reestruturação ou não vai sobrar um único posto de trabalho", disse Pedro Nuno Santos, acrescentando que "em nenhum momento se pretendeu ignorar os trabalhadores". 

O ministro das Infraestuturas sublinhou também que o "plano não está fechado" e que as ligações com Bruxelas ainda agora começaram. 

Neste sentido, garantiu que as propostas dos sindicatos que representam os trabalhadores da TAP foram consideradas na elaboração do plano de reestruturação e que continuam a ser.

"As propostas dos trabalhadores foram consideradas e continuam a ser consideradas", assegurou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, que está a ser ouvido no parlamento, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, a pedido do Bloco de Esquerda (BE). O governante sublinhou, porém, que as propostas dos trabalhadores vão ser consideradas "no quadro de um contexto muito complicado".

"Não é com gosto que fazemos o que temos de fazer, mas é com sentido de missão, com a certeza de que a TAP ou é reestruturada ou não vai sobreviver, nem hoje, nem daqui a 25 anos", acrescentou o ministro

O Governo entregou na quinta-feira o plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia, que, segundo detalhou o ministro no dia seguinte, prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas.

O plano prevê, ainda, a redução de 25% da massa salarial do grupo e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88 aviões.

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, justificou as medidas, que reconheceu serem "agressivas", com a situação gerada pela pandemia de Covid-19, e referindo que a companhia deverá registar uma perda de receitas de 6,7 mil milhões de euros até 2025.

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[Notícia em atualização]

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