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Timor quer executar "pacote abrangente" de recuperação económica

O Governo timorense quer executar em 2021 um "pacote abrangente de recuperação económica", com investimentos em infraestruturas, expansão da proteção social aos mais vulneráveis e investimentos na agricultura, na indústria e no turismo, disse hoje o primeiro-ministro.

Timor quer executar "pacote abrangente" de recuperação económica
Notícias ao Minuto

09:20 - 30/11/20 por Lusa

Economia Contas

Taur Matan Ruak afirmou no debate na generalidade do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2021 no Parlamento Nacional, que se trata de "evitar uma crise económica catastrófica e regressar a um crescimento económico mais forte".

No discurso de apresentação das contas públicas, o chefe do Governo disse que o OGE "financiará um impulso nas infraestruturas, que permita o desenvolvimento humano e o crescimento sustentável do setor privado, a transformação estrutural da economia não petrolífera e a diversificação da base de exportação".

Pretende ainda "combater lacunas que permitam fazer crescer os setores da agricultura, saúde, educação, turismo, petróleo e produção, e faz investimentos para expandir a proteção social, bem como melhorar as perspetivas educativas e os resultados de saúde das gerações atuais".

No capítulo da proteção social, o objetivo do Governo é ampliar a cobertura do programa da Bolsa da Mãe -- mais 45 mil beneficiários -- e dos antigos combatentes e suas famílias -- mais 23 mil beneficiários.

"Os beneficiários estão entre os mais vulneráveis aos atuais choques económicos e exigem um apoio mais alargado do Governo. Protegendo as pessoas e as famílias, a nossa proteção social ajudará a amortecer o golpe nos seus meios de subsistência, ao mesmo tempo que desempenha um papel central na recuperação económica", referiu.

A proposta do OGE prevê gastar em 2021 mais 8% do que este ano no sistema de proteção social.

Outras das prioridades, segundo o primeiro-ministro, são os setores da saúde -- 4% do OGE - e da educação -- 5% do total.

No campo da saúde as prioridades vão para cuidados de saúde primários, incluindo investimentos em novos postos de saúde e gastos nos serviços prestados para o controlo de doenças, saúde na família, emergências médicas e serviços de nutrição.

Em termos da educação as apostas incluem infraestruturas pré-escolares, procuram reforçar a participação no ensino básico e para continuar a promover a qualidade e o acesso no ensino superior.

No que se refere às infraestruturas, Taur Matan Ruak destacou o investimento de 13% do PIB em vários projetos em 2021, com destaque para o Aeroporto de Díli, o Porto de Tibar, estradas, o novo cabo submarino de fibra ótima e o setor petrolífero.

"Uma vez que os nossos investimentos têm um custo de oportunidade claro, temos de os escolher com sensatez, garantindo que geram retornos sociais e financeiros que justifiquem os escassos recursos que alocamos", disse.

Apesar do investimento já feito no setor elétrico, o primeiro-ministro reconheceu que o serviço é "atormentado por custos elevados, interrupções frequentes, distribuição ineficiente, excedendo a sua capacidade", com a eletricidade a ser gerada por gasóleo, "o que, pela sua natureza, é dispendioso e prejudicial para o ambiente".

Previstos estão, por isso, projetos "para gerar energia de forma mais barata, limpa e sustentável, através do solar ou do Gás Natural Liquefeito (LNG)".

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