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Tranquilidade política e vacina conduzem Nasdaq e S&P500 a recordes

A bolsa nova-iorquina encerrou a semana em alta, com recordes dos índices Nasdaq e S&P500, com os investidores tranquilos com a evolução política nos EUA e otimistas quanto ao desenvolvimento de uma vacina contra o coronavirus.

Tranquilidade política e vacina conduzem Nasdaq e S&P500 a recordes
Notícias ao Minuto

20:55 - 27/11/20 por Lusa

Economia mercados

Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice alargado S&P500 subiu 0,24%, para os 3.638,35 pontos, e o tecnológico Nasdaq 0,92%, para as 12.205,85 unidades.

Por seu lado, o seletivo Dow Jones Industrial Average, que na terça-feira fechou acima dos 30 mil pontos pela primeira vez, avançou 0,13%, para os 29.910,37 pontos.

"A bolsa prosseguiu a sua subida sólida para concluir uma semana encurtada pela pausa do Thanksgiving (Dia de Ação de Graças) ontem", quinta-feira, notaram os analistas da Charles Schwab.

"As cotações continuam a subir, graças à persistência de um sentimento positivo entre os investidores relativo ao desenvolvimento de várias vacinas contra o coronavirus, potencialmente muito eficazes, e ao entusiasmo com o início da formação do governo do presidente eleito, Joe Biden", acrescentaram.

No conjunto da semana, o Dow subiu 2,2%, Nasdaq valorizou 3% e o S&P500 progrediu 2,3%.

De resto, o Dow Jones encaminha-se para o seu melhor desempenho mensal desde 1987.

Hoje, depois de uma sessão reduzida e relativamente calma, os investidores estiveram a seguir o desenrolar da 'Black Friday' (Sexta-Feira Negra), dia tradicional de saldos, que este ano decorre sobretudo em linha, devido à pandemia e à limitação de deslocações.

As vendas na internet devem aumentar entre 20% a 42% em relação ao ano passado, com gastos previstos entre 8,9 mil milhões e 10,6 mil milhões de dólares (7,4 mil milhões e 8,9 mil milhões de euros), segundo a previsões da Adobe, que antecipa igualmente uma subida de 33% para o conjunto da época de festas do final de ano.

Entre as ações do dia, o título do laboratório britânico AstraZeneca avançou escassos 0,02%.

O diretor-geral do grupo anunciou na quinta-feira que a sua vacina contra o coronavirus ia ser submetido a "um estudo suplementar", depois das críticas que incidiram sobre os primeiros resultados, sem que isso atrase, garantiu, a sua aprovação pelos reguladores britânico e europeu.

Hoje mesmo, o governo britânico instruiu o seu regulador sanitário para que examine a vacina com vista à sua comercialização.

Já a Disney recuou 1,31%. A causa está na previsão de eliminação de 32 mil empregos nas atividades ligadas aos parques de atrações até ao final do primeiro semestre de 2021, devido ao impacto do coronavirus. Esta quantidade de empregos a eliminar é superior aos 28 mil anunciados em setembro.

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